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andanhos

14
Mai15

Por terras e aldeias de Portugal - Maciço da Gralheira V

andanhos

 

 

MACIÇO DA GRALHEIRA

 

V PARTE

(Interlúdio - entre o PR 14 e o PR7 - no Geoparque de Arouca)

 

 

Falemos do fim do dia em que fizemos o PR 14 - Aldeia Mágica (Regoufe-Drave).

 

Vindos de Regoufe, de imediato, dirigimo-nos ao alojamento que tínhamos previamente feito reserva, um pouco afastado do bulício da vila de Arouca, em quase pleno meio rural,

00a.- Arouca QN.jpg

num ambiente aberto, arejado e familiar.

00b.- Arouca QN.jpg

Tomado o banho e descansado um bocadinho, enquanto víamos as fotos que tínhamos tirado no percurso desse dia, saímos do quarto para irmos jantar à vila.

 

Na receção trocámos umas impressões, quer com a rececionista, quer com o proprietário do alojamento, bem assim com um colaborador que presta serviços na unidade de alojamento no que concerne ao planeamento e desenvolvimento de atividade de animação de natureza na área do Geoparque de Arouca.

 

E, conversa puxa conversa, sempre lhes fomos dando conta de quais eram os nossos projetos quanto à passagem de dois dias por terras de Dona Mafalda: que tínhamos decidido fazer dois percursos pedestres - um, já feito, o PR 14 (Aldeia Mágica); o outro, o PR 7 (Nas Escarpas da Misarela) para o dia seguinte.

 

O técnico de animação olhou para os três, principalmente para os dois mais velhos, e sempre nos foi dizendo que o PR 7 não era «flor que se cheire», que não era empreitada para toda a gente, e que tinha as suas dificuldades. Percebemos perfeitamente o «recado». E mudámos de «registo» de conversa, dizendo: “nós apenas gostaríamos chegar de perto da queda da Frecha da Misarela e da cascata da ribeira de Castanheira”. Mostrámos-lhe o mapa que tínhamos da zona e o mapa do percurso, interiorizando as indicações alternativas que o animador nos ia dando, evitando fazer, desta feita, o percurso completo, também de oito quilómetros, mas de dificuldade média/alta que, de acordo com a Ficha Técnica do respetivo panfleto, demora a percorrer três horas e meia. E, ali, combinámos os três então a alternativa que teríamos de efetuar do percurso pedestre do dia a seguir.

 

Depois, partimos do alojamento para Arouca para jantarmos. Não no «Parlamento» ou na «Assembleia», mas numa dita «tasquinha» que nos indicaram, onde também se comia bem a célebre vitela arouquesa.

 

Estacionámos a carrinha nas proximidades onde pretendíamos jantar;

01.- Arouca à noite.jpg

observámos um solar

02.- Arouca à noite.jpg

e uma capela ao lado;

03.- Arouca à noite.jpg

uma sugestiva casa, numa rua mais acima,

03a.- Arouca à noite.jpg

e, mais abaixo, um recanto castiço

04.- Arouca à noite.jpg

e uma casa, com este pormenor «rural»,

05.- Arouca à noite.jpg

nas proximidades do Restaurante, que afinal não era uma tasquinha, mas cujo nome era «Tasquinha da Quinta».

07.- Arouca à noite.jpg

Enquanto nos entretínhamos a tirar umas fotos, Florens e Achim, à entrada, viam a ementa e esperavam que chegássemos junto deles.

08.- Arouca à noite.jpg

Entrámos.

09.- Arouca à noite.jpg

Consolámo-nos com o naco de vitela arouquesa que nos serviram.

 

Satisfeitos e bem comidos, enquanto o Florens punha a sua conversa em dia, grudado no telemóvel, quer nós, quer o Achim fomos dar uma volta pelo arruamento principal de Arouca.

10.- Arouca à noite.jpg

Vimos os seus mais emblemáticos edifícios, como o mosteiro, com o seu portão de entrada,

11.- Arouca à noite.jpg

 e, deste portão, o pormenor de uma entrada de acesso ao Mosteiro,

12.- Arouca à noite.jpg

a Igreja da Misericórdia e o anfiteatro que lhe fica de frente

13.- Arouca à noite.jpg

e o jardim anexo ao mosteiro, com o lago e a estátua da rainha D. Mafalda.

14.- Arouca à noite.jpg

Por fim, acabámos por nos deslocar para o alojamento para dormirmos pois, no outro dia, tínhamos pela frente mais uma caminhada, e esta, pelos vistos, digna de respeito.

 

Durante o percurso para o alojamento, Achim referiu-nos a boa impressão com que tinha ficado de Arouca, com o seu centro emblemático urbanisticamente bem tratado.

 

Deitámo-nos e dormimos como anjos, tal foi o desabafo unânime enquanto tomávamos o pequeno-almoço,

15.- Arouca QN.jpg

no meio de um clima rural, de paz e perfeita tranquilidade.

16.- Arouca QN.jpg

Feitas as despedidas ao nosso anfitrião, tomámos a direção de Arouca, passando por Santo António, com o seu Memorial (românico),

17.- Arouca QN.jpg

evocando a morte e a passagem do corpo de Dona Mafalda por estas paragens. 

 

E dirigimo-nos para a serra da Freita.

18.-Placa Geoparque.JPG

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