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Palavras soltas... Braga - Miradouro do Sagrado Coração de Jesus

 

POR TERRAS DE PORTUGAL

 

BRAGA – O MIRADOURO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

01.- 2018.- Braga I (Samsung) (132)

Tudo que englobe a antiga Gallaecia, a romana, nos fascina.

 

Naturalmente que mais as terras do nosso Reino Maravilhoso.

 

Mas não podemos de deixar de olhar para o lado e apreciar as terras verdes do nosso Minho. E, naturalmente à cabeça, vem a sua mais antiga, milenar e emblemática cidade – Braga.

 

Não visitamos e frequentamos a cidade tanto quanto gostaríamos. Mas sempre que lá vamos – e ali temos familiares e bons amigos – não resistimos a vaguear pelas suas praças, avenidas, ruas e ruelas, apreciando o seu rico património, em que o estilo barroco aqui impera.

 

Nas nossas últimas incursões temos ido munido de um interessante livro - «Segredos de Braga – Braga Top Secret» -, com texto e coordenação de Eduardo Pires de Oliveira e fotografia de Libório Manuel Silva, 1ª edição de 2014, da Editora Centro Atlântico.

 

Desta vez andámos por um escondido miradouro – o do Sagrado Coração de Jesus.

 

Diz-nos, a certa altura, Eduardo Pires de Oliveira:
“No edifício da Faculdade de Filosofia vale a pena aceder às varandas dos últimos andares de onde se observa uma bela panorâmica sobre a zona do Campo Novo”.

 

Não subimos às varandas da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica.

 

Viemos, a pé, do centro da cidade, atravessámos a Praça Mouzinho de Albuquerque (Campo Novo),

02.- 2018.- Braga I (Samsung) (118)

(Perspetiva I)

03.- 2018.- Braga I (Samsung) (122)

(Perspetiva II)


observando a estátua/monumento de D. Pedro V,

04.- 2018.- Braga I (Samsung) (119)

dirigimo-nos à rua Guadalupe; subimos um lanço de escadaria e fomos dar de caras com o portão, fechado, da capela de Guadalupe.

05.- 2018.- Braga I (Samsung) (123)

Percorremos a rua Camões e entrámos em território da Universidade Católica.

 

Nosso intuito não era receber ou sequer dar qualquer palesta a muitas e muitos pios estudantes e ou outros ímpios, que frequentam ou que também por lá passaram…

 

Fomos de imediato, para um miradouro excecional.

06.- 2018.- Braga I (Samsung) (136)

Diz-nos Eduardo Pires de Oliveira, na sua obra citada, que “está colocado no ponto mais alto de Braga – foi ali, a seus pés, que foi implantado o reservatório de água que vem do rio Cávado destinada ao abastecimento da metade Norte da cidade – como, ainda por cima, tem uma torre bastante alta onde foi colocada uma imagem do Sagrado coração de Jesus em cujo topo existe [existia] uma lâmpada que server de aviso aos aviões”.

07.- 2018.- Braga I (Samsung) (189)

Está situado no polo da rua de Camões, no denominado Monte da Barquinha.

 

E continua aquele autor: “A vista que se tem é de 360º. Dali se pode perceber, melhor que qualquer outro local, como é que a cidade tem crescido, podendo mesmo servir para se fazer o planeamento das várias zonas da cidade”.

 

Na panorâmica que daqui se tem, o que nos chama mais a atenção são, ao longe, os 3 (três) dos seis miradouros da cidade de Braga:
Miradouro do Bom Jesus do Monte
Miradouro do Monte Sameiro
Miradouro da capela de Nossa Senhora de Guadalupe,

08.- 2018.- Braga I (Samsung) (182)

para além do miradouro do Monte Picoto e da Torre de Santiago.

09.- 2018.- Braga I (Samsung) (150)

(Panorâmica)

Do miradouro, a nossos pés, as instalações da Universidade Católica-Pólo de Braga.

10.- 2018.- Braga I (Samsung) (142)

Mas estamos de acordo com o autor dos «Segredos de Braga» quando afirma que Braga, ao contrário de Lisboa, descura os seus miradouros. A exceção, diz, é feita ao do Bom Jesus do Monte que aqui deixamos uma imagem.

11.- 2016 - Braga - Bom Jesus do Monte (356)

O nosso amigo Varico mostrou-nos, numa dependência do Santuário do Bom Jesus do Monte, o telescópio original daquele miradouro. Aqui fica uma imagem do mesmo.

12.- 2018.- Braga - bom Jesus do Monte - telescópio

E, hoje, por aqui ficamos até ao próximo «segredo» de Braga, neste nosso vaguear pelas suas artérias e recantos, acompanhado da obra de Eduardo Pires de Oliveira.

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