Memórias de um andarilho - PR10 CHV - Trilho de Moinhos de São Lourenço
MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO
PR 10 CHV – TRILHO DE MOINHOS DE SÃO LOURENÇO
(23.junho.2020)

Prometemos a nós mesmo que, durante este verão, iriamos fazer os novos seis trilhos que o Município de Chaves, na área do seu território concelhio, brevemente irá inaugurar.
Já calcorreámos o PR6 CHV «Quinta do Rebentão», parte do de «Vilarelho da Raia» (o PR78.1 CHV), dia 29 do corrente, o PR9 CHV «Castelo de Monforte» e, no passado dia 23 do corrente, o PR10 CHV, «Moinhos de São Lourenço».
É, a propósito deste Trilho, que nasce a reportagem de hoje.
Teve início na povoação de São Lourenço, partindo das proximidades do seu chafariz,

para, logo de seguida, e virando à esquerda, descendo,

nos dirigirmos para a povoação de Cela.
Deixamos aos(às) nossos(as) leitores(as) este recorte do percurso

e, logo a seguir, a nossa passagem pelo(a) ribeiro(s) de Avelãs, que, aqui, toma o nome de São Julião.

Tínhamos decidido fazer este Trilho hoje. Como acordámos tarde, deixámo-lo para a parte de tarde. Só que o dia de hoje estava uma autêntica brasa! Mesmo assim, por volta das 15 horas, resolvemos fazê-lo. Íamos a contar com um Trilho com muita sombra. Enganámo-nos. Embora, aqui e ali, sob o «manto» dos carvalhos,

aparecesse uma ou outra sombra, e, obviamente, em pleno cauce encaixado do(a) ribeiro(a) das Avelãs, o certo é que, no restante, o sol e o calor faziam-se sentir bem. Valeu, aqui e ali, uma pequena paragem, sob uma pequenina sombra, e a captura de uma ou outra imagem, como esta, na subida para Cela, do casario de São Lourenço.

Chegado a Cela, uma das primeiras coisas que nos chamaram a atenção foi a «sucata», que foi um barco.

De imediato nos veio à lembrança uma sessão fotográfica noturna que, sozinho, fizemos, tal como o nosso percurso de hoje, tendo como pano cenário esta velha ruína. Foi numa noite de agosto de 2015. E deixamos aos (ás) nosso(as) leotires(as) duas imagens dessa sessão fotográfica de iniciação a fotografia noturna.

(Cenário I)

(Cenário II)
Virando, neste ponto, à direita, dirigimo-nos em direção à Igreja Matriz de Cela. Antes, porém, aparece-nos este Cruzeiro.

O «Crucificado» é igual a tantos outros que encontramos repartidos pelo concelho de Chaves.
De seguida, aparece-nos a velha Escola Primária, deserta, porque aqui as crianças escasseiam.

E, virando-nos para a direita, mais uma imagem da povoação de São Lourenço e do seu entorno.

Até que passámos por este pequeno, tosco e singelo cemitério da aldeia,

bem como pela sua Igreja Matriz,

que teve honras de referência num placar ali colocado. Diz o seguinte:
“Igreja de Nossa Senhora das Neves
“Igreja paroquial quinhentista da extinta freguesia de Cela, composta por nave única e capela-mor. Pertenceu ao Arcebispado de Braga e comarca de Chaves, encontrando-se atualmente anexa à paróquia de São Julião e, desde 1922, ao arciprestado de Chaves e à diocese de Vila Real. Segundo as Memórias Paroquiais de 1758m a igreja tinha uma nave e três altares: altar-mor do orago, o da parte norte de São Sebastião e o da parte sul de Santo António. Cela era curato apresentado pelo reitor de São Miguel de Nogueira da Montanha, por estar anexa aquela igreja, com a obrigação de cada dois anos ele se examinar à Relação de Braga. Em 1862 era vigararia independente da apresentação do Conde do Rio Pardo, no termo de Chaves, surgindo em 1878 no julgado moreiras. A 5 de Agosto é festejada a sua padroeira”.
Quanto à questão da extinção da freguesia de Cela, temos algumas dúvidas. Aliás, a reforma administrativa de 2013, tratou-se de uma verdadeira «salsichada»! Se a freguesia de Cela foi extinta, da mesma forma também foram extintas as freguesias de Eiras (com as suas aldeias de Eiras, Castelo e São Lourenço) e São Julião de Montenegro, passando, esta nova realidade administrativa, a designar-se de «União de freguesias de Eiras, São Julião de Montenegro e Cela». Pelo que deduzimos, as três freguesias continuam a existir. A forma como administrativamente são geridas é que mudou. Estaremos enganados?
Prosseguimos caminho, passando por este outro Cruzeiro,

por esta arquitetura rústica,

e por este local bem bucólico.

Antes de começarmos a descer para a Ribeira de Sampaio, eis este belo panorama, tendo como protagonista principal a cidade de Chaves, com a sua veiga, as terras da União de Freguesias de Eiras, São Julião de Montenegro e Cela, e, no horizonte mais longínquo, as serras do Barroso e da Galiza.

E, agora sim, começámos a descer

para a Ribeira de Sampaio.

Nesta altura do ano, a ribeira de Sampaio – o mesmo que dizer das Avelãs -, leva já pouca água.
Mesmo que tivéssemos aqui mós, estas ruínas de moinhos, e prontas para moer, não seria esta água que as faria rodar!

Este lugar tão ermo, mas tão bucólico, bem podia estar melhor tratado! Mas cada um faz como pode, tem e sabe!

Seguimos caminho e, agora, ultrapassada a subida que nos levou até à EN 213, atravessando a estrada, chegámos ao Miradouro de São Lourenço, que também teve o direito a um placar, que nos informa:
“Miradouro de São Lourenço
“O Miradouro de São Lourenço é um local privilegiado para se apreciar a cidade e a extensa veiga de Chaves, e lançar vistas para as montanhas e serras que se perdem no horizonte, já em terras do Barroso ou da Galiza. É também um local onde nos dias frios de inverno se pode apanhar sol, quando ovale está coberto por um manto de nevoeiro, e no verão um pouco de ar fresco após se apreciar o pôr do sol”.
Como nos apela à contemplação das belas vistas sobre Chaves e os seus horizontes próximos e mais distantes, aqui ficam duas imagens panorâmicas.

(Panorâmica I)

(Panorâmica II)
Não deixámos, depois, escapar este grande construção «acastelada», no Castelo. Oxalá, feita a obra, a mesma se enquadre dentro do contexto da paisagem que a cerca.

Não problematizamos o «Castelo». Porque não uma habitação acastelada em pleno século XXI! O que importa é a sua inserção e adequação ao meio, ao lugar.
Do Miradouro de São Lourenço, descemos em direção à calçada romana.

Enquanto descíamos pela calçada, mais uma pequena pausa. O contexto próximo, juntamente com a silhueta da Casa do Dória, a cidade de Chaves e toda a sua envolvente, com as serras, como pano de fundo, no último horizonte, mereciam que ficassem retidas neste momento, à nossa passagem.

Até que chegámos a este cruzamento.

Aqui, optámos pelo sentido recomendado.
Descendo, à nossa frente, o vale/pequeno desfiladeiro do(a) ribeiro(a) das Avelãs e a serra do Brunheiro.

Neste preciso lugar, ou ponto,

não seguimos em frente. Se o fizéssemos, iríamos ter à Ribeira do Pinheiro. Mais um outro nome! Virámos à direita e, com extrema cautela,

começámos a descer para o (a) ribeiro(a) das Avelãs vermos a ribeira, os dois moinhos e os passadiços.
Mais uma vez!
Comecemos pelos passadiços.

(Cenário I)

(Cenário II)

(Cenário III)

(Cenário IV)

(Cenário V)

(Cenário VI)
Agora o seu primeiro moinho.

(Perspetiva I)

(Perspetiva II)
Trepando,

vamos agora ao encontro do segundo moinho. Observemos este mais atentamente.

(Perspetiva I)

(Perspetiva II)

(Perspetiva III)

(Pormenor – uma roda/mó)
A ribeira com a sua água, já pouca, que corre pelo seu leito pedregoso.

(Cenário I)

(Cenário II)

(Cenário III)
Satisfeita, uma vez mais, a nossa curiosidade sobre estes passadiços e estes dois moinhos – ou o que deles resta -, neste(a) ribeiro(a), saímos deste local para voltarmos, de novo, à calçada romana.

Pelo caminho, eis que nos aparece o tão falado e dito «Mosteiro» no lugar do Convento, de que no post anterior tão demoradamente abordámos.

Até que chegámos à Capela da Senhora dos Aflitos.
E, porque aqui fizemos uma mais longa pausa, vamos falar um pouco sobre esta calçada romana pela qual já passámos, pelos menos, umas três ou quatro vezes.
Julgamos ser de interesse aqui referir o site «Itinerários das Vias romanas em Portugal» , lançado em 2004, seu objetivo vai na tentativa de fixar no Mapa de Portugal os pontos de passagem das vias romanas, de modo a criar rotas de viagem. Diz-se: “Contém todos os itinerários de forma descritiva de forma a ser facilmente consultada, sendo depois apoiado em outras páginas complementares com informações sobre a "Viação Romana", o histórico de «Evolução» do site e o projeto de «Georreferenciação» dos achados viários e a progressiva cartografia dos traçados. Para além da evidência arqueológica, existem cópias medievais do incorretamente chamado « Itinerário de Antonino» que constitui um documento essencial para entender a viação nesse período. Trata-se de uma preciosa compilação dos principais itinerários romanos indicando as estações viárias e as respetivas distâncias intermédias expressas em milhas. São apresentadas propostas de traçado para os 11 itinerários respeitantes ao atual território nacional, bem como muitos outras vias que compunham a extensa rede viária utlizada durante o período romano. Os itinerários aqui descritos estão em constante evolução à medida que avançamos no estudo da viação romana em Portugal. Não devem por isso ser lidos como propostas definitivas, mas antes como um documento dinâmico, alvo de constantes correções e acertos que vai evoluindo com o avanço do nosso conhecimento sobre o tema”.
Assim, de acordo com aquela página, em Portugal, havia «XI Itinerários de Antonino», a saber:
A.- De Braga partiam 5 itinerários:
Itinerário XVI - BRACARA (Braga) a OLISIPO (Lisboa);
Itinerário XVII - BRACARA (Braga) a ASTURICA (Astorga) por AQUAE FLAVIAE (Chaves); Itinerário XVIII - BRACARA (Braga) a ASTURICA (Astorga) pela SALANIANA (Serra do Gerês) - Via Nova;
Itinerário XIX - BRACARA (Braga) a ASTURICA (Astorga) por LIMIA (Ponte de Lima) e TUDAE (Tui);
Itinerário XX - BRACARA (Braga) a ASTURICA (Astorga) por AQUIS CELENIS (Santa Tecla?) - per loca marítima.
B.- De Lisboa partiam 3 itinerários para Mérida:
Itinerário XII - OLISIPO (Lisboa) a EMERITA (Mérida) por EBORA (Évora);
Itinerário XIV - OLISIPO (Lisboa) a EMERITA (Mérida) por ABELTERIO (Alter do Chão);
Itinerário XV - OLISIPO (Lisboa) a EMERITA (Mérida) por FRAXINUM (Monte da Pedra?).
C.- No território nacional existem ainda os 3 seguintes itinerários:
Itinerário XIII - OSSONOBA (Faro) a SALACIA (Alcácer do Sal);
Itinerário XXI - BAESURIS (Foz do Guadiana) a PAX IULIA (Beja) por SALACIA (Alcácer do Sal);
Itinerário XXII - BAESURIS (Foz do Guadiana) a PAX IULIA (Beja) por MYRTILIS (Mértola).
Quando falamos da «Calçada de São Lourenço», estamos, obviamente, a referirmo-nos a uma variante do Itinerário XVII que, de Braga, passando por Chaves, ia para Astorga.
A consulta à página do site, acima referido, assim nos sugere. E o mesmo diz-nos que, atendendo ao grande número de miliários e pontes romanas encontradas, é hoje consensual que a Via (romana) XVII, uma das suas variantes, de Chaves, [a outra seguia imediatamente para território galego], seguia pela região de Valpaços até Castro de Avelãs, às portas de Bragança.
Assim, partindo de Chaves, a via atravessava o rio Tâmega, sobre a magnífica Ponte Romana de Trajano, uma das poucas pontes romanas sobreviventes, que mantém o desenho original, apesar de dois dos seus arcos terem sido toscamente reconstruídos, sendo, positivamente, uma obra monumental e surpreendente.
Após atravessar o Tâmega, a via seguia inicialmente a EN103, desviando pela rua da Senhora da Boa Morte até ao Cruzeiro, onde estaria o miliário I, de Constâncio I, que apareceu no lugar de Eiras. Logo após o canal, segue à esquerda e logo à direita, iniciando a subida do Alto de São Lourenço, pela rua da «Calçada Romana», troço da via ainda bem preservada, que passa na Capela da Senhora dos Aflitos,

(A humilde capelinha)

(Vista de parte do seu interior)
vencendo aqui a milha II.
Nesta caminhada, ao contrário do percurso que fizemos com o nosso amigo Rui Queirós, os portões da Casa do Dória, na Quinta do Germano, estavam abertos. Entrámos. Parámos uns 15 minutos, dentro do logradouro da Casa do Dória, à sombra destes dois ciprestes, para mudarmos a roupa do tronco, que vinha toda encharcada de suor, e hidratarmo-nos. Daqui observámos a capelinha da Senhora dos Aflitos.

Embora bem modesta, bem era escusada a companhia do «mamarracho» que lhe está ao lado.
Eis uma casa já em plena ruina.

e contemplámos o pequeno lago aqui existente.

(Perspetiva I)

(Perspetiva II)
Demos uma volta à Casa e apercebemo-nos de uns postes ali existentes, que nos parecia não nos serem estranhos, pois já os tínhamos visto noutros lugares.

Indagando a sua origem - «Eureka!» - eram afinal os que tínhamos visto, quer no Largo General Silveira, ou das Freiras, e nas Caldas, quando, nos finais da década de 60 do século passado, viemos para Chaves.
Em São Lourenço, sobe-se a encosta pela Calçada de São Lourenço, troço lajeado onde Argote identificou um miliário anepígrafo deitado na berma da calçada ainda observado por Barradas em 1958, mas hoje desaparecido. Este miliário indicava certamente a milha III. A via continua depois pela Casa dos Ferradores, Largo do Cruzeiro, milha IV, rua da Travessa, até à EN 213.

(Calçada Romana – Troço I)

(Calçada Romana – Troço II)

(Calçada Romana – Troço III)
Ao contrário do que a sinalização do Trilho nos indicava, ou seja, voltarmos outra vez, ao Miradouro de São Lourenço,

«desobedecemos», e virámos à esquerda, continuando na «Calçada Romana», por onde passa a GR 117 – «Vias Augustas XVII».

O percurso pedestre GR117 (Grande Rota) está inserido no trajeto das Vias Augustas XVII. Tem uma extensão de 800 km e abrange um total de 18 cidades (Portugal e Espanha).
Esta via Augusta XVII foi integrada numa Grande Rota de Percursos Pedestres, sob o número 117, tendo por objetivo a promoção do património natural e cultural dos municípios envolvidos, contribuindo desta forma para o incremento do Desporto e Turismo de Natureza e por consequência o desenvolvimento das comunidades rurais. E passa por aqui,

até à EN 213, já no começo do casario de São Lourenço.

Sob um sol escaldante, trilhámos asfalto que atravessa a povoação de São Lourenço até ao nosso ponto de partida. E, como manda o itinerário do Trilho, percorrendo o Cimo do Povo, e pelo Juncal,

para dirigimo-nos à Ponte Romana de São Lourenço ou Ponte do Arco, com um só arco, a 500 metros da aldeia, sobre a ribeira de S. Julião/Cabanas/Palheiros .
Como se pode ver pela imagem que se exibe,

é uma pena esta singela ponte romana não estar com outra cara. O volume de vegetação que a cerca não deixa ver o seu pequeno arco.

No local existe um placar informativo que, na nossa modesta opinião, face ao que para cima está dito, deveria ser mais específico. Diz o seguinte:
“Ponte do Arco:
Ponte romana sobre o ribeiro do Caneiro [aqui é «Caneiro»!], na encosta da serra do Brunheiro, onde surgem vestígios de uma via romana que ligava Chaves a Astorga, junto à EN 213 e próxima do miradouro sobre o vale de Chaves, ainda utilizada como caminho agrícola, sendo, até ao início do século XX, única via de acesso à Serra. A ponte conserva o primitivo arco, com tabuleiro sobre um arco de volta perfeita, constituído por aduelas almofadadas sem qualquer tipo de enchimento. Piso constituído por grandes lajes de granito, delimitado por lajes faceadas lateralmente, sendo o alicerce, aparentemente, original. Alguns silhares apresentam almofada e marca de fórfex (D.G.P.C.)”
A título de curiosidade, em São Julião de Montenegro, na Igreja Paroquial apareceram 4 miliários, dois estão dentro da Igreja, o miliário de Macrino ou Carino e o miliário de Décio indicando a milha VI a Chaves. O miliário anepígrafo está no adro da Igreja e um fragmento de um miliário de Flávio Dalmácio foi para a casa do Pe. Fernando Pereira, em Vilar de Nantes, segundo a mesma fonte acima referida.
A calçada romana segue por Arco e Lama, adentrando-se depois no concelho de Valpaços.
Apresenta-se o itinerário do Trilho,

bem assim o perfil da sua altimetria.

Parámos num dos cafés da aldeia para tomar uma água. Dirigimo-nos depois para a nossa viatura e regressámos a casa.
Como apreciação final, e, na nossa modesta opiuniãoi, não ter a riqueza histórica do trilho que fizemos com o nosso amigo Rui Queirós, trata-se de um percurso agradável, não tanto pela visitação de duas aldeias – Cela e São Lourenço -, por passar por uma calçada romana e por um miradouro, icónico para os habitantes e, quiçá, visitantes de Chaves, mas, fundamentalmente, pelo(a) ribeiro(a) dos «mil e um nomes», e seus passadiços, e pela observação do que resta das cinquenta e tal mós de moinhos.
O folheto que levávamos, não faz, aliás como todos os restantes, qualquer referência à fauna e flora do Trilho. Não existe?
Apesar de não chegar ao 10Km, não é um Trilho para todas as «máquinas» e para todas as épocas do ano. Há que andar muito devagar. Ter cuidado para não resvalar e fazer entorses. E, para não ser tão penoso, pois o psicológico também conta, contemplar (apreciar) muito, parando bastantes vezes. Principalmente este(a) ribeiro(a) buliçoso nos períodos de maior caudal de água. Fala-vos, naturalmente, um septuagenário. Para os mais novos, é «canja»!
Continuamos a «embirrar» com o nome dado aos trilhos. Este é também um deles. Todavia, no «estado da arte» a que chegámos, é inútil «bater mais no ceguinho»!


