Memórias de um andarilho - PR 7 CHV - Trilho de Seara Velha-Castelões
MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO
PR7 CHV – TRILHO DE SEARA VELHA-CASTELÕES
(01.julho.2020)

Desde a sua origem, o Homem
tem necessidade de acreditar, de ter fé,
de poder explicar aquilo que não consegue perceber.
Durante milhares de anos
muitas dessas crenças ficaram escondidas
e apagadas pelo Tempo.
Outras, ficaram levemente gravadas
na natureza, como é o caso
da serpente gravada num penedo
do Santuário da Senhora do Engaranho,
mais tarde, em tempos cristãos, sacralizado,
transformando-se num dos principais
santuários desta região.
Esta intimidade e continuidade
dos espaços de culto são sentidos de uma forma
muito acentuada nestes territórios.
«Avivar - Nos Trilhos das Memórias de Chaves»
In Tradição - «Entre pagãos e cristãos»
Na linha de «avivar – Nos Trilhos das Memórias de Chaves», «Tradição – Entre pagãos e cristãos» deveria ser este o subtítulo deste nosso Trilho. Condiz mais com a realidade dos lugares que o percurso nos proporciona visitar e contemplar. Até porque não visitamos apenas Castelões e Seara Velha. O Trilho também passa por Calvão. Todos estes lugares, antigamente, integravam o concelho de Ervededo. Com a extinção deste concelho, passaram para alçada do concelho de Chaves. Com a reforma administrativa de 2013, Castelões e Calvão, juntamente com Soutelinho da Raia, constituíram a União de Freguesias de Calvão e Soutelinho da Raia, da qual Calvão é a sede, e Seara Velha juntou-se a Soutelo, constituindo a União de Freguesias de Soutelo e Seara Velha, com sede em Soutelo.
A referida publicação «avivar - Nos Trilhos das Memórias de Chaves», quando se refere a Castelões, local da nossa partida para realizar o Trilho PR 7 CHV – Seara Velha-Castelões,

informa-nos:
“O topónimo de Castelões apela à nossa imaginação a viajar no tempo, até ao momento em que cada pedaço de território era disputado por reis e senhores e os castelos eram os seus principais baluartes. De fato, neste lugar nos recuados e conturbados tempos da Reconquista deve ter havido um castelo, ainda que rudimentar, que deu o nome à localidade. Verdadeiramente fantásticas e muito raras são as estelas dos finais da Idade do Bronze achadas no lugar do “Alto dos Castelões”, hoje expostas no centro da aldeia e que nos mostram como as tribos de há cerca de três mil anos marcavam os territórios. (…)”

Ficamos muito contente e satisfeito que as populações locais apreciem e tratem bem os vestígios do seu passado longínquo, como este. Mas para apreciar estas tão belas «estelas estremenhas» ou «estelas de guerreiro», dos finais da Idade do Bronze, com cerca de 3 000 anos de existência, não era necessário «embelezá-las» pondo-lhes um pote a meio! Sendo, como Manuel António Martins nos diz em «avivar», um dos principais vestígios arqueológicos do concelho e, porventura, até do Norte de Portugal, o referido pote não lhe acrescenta mais valor, ou sequer, melhor estética… Elas valem por si!
Antes de iniciarmos o nosso percurso de hoje, ao lado do seu início, fomos dar uma olhadela à capela de São Pedro de Castelões.
António Manuel Martins, na obra que foi patrocinada pelo Orçamento Participativo do Município de Chaves, em 2017, diz que “A igreja de S. Pedro, em Castelões, é o reflexo da arquitetura de cariz popular, marcada pela sua simplicidade decorativa e arquitetónica. A sua construção deve remontar aos séculos XVII ou XVIII. Contudo, a intervenção ocorrida, em 1817, conferiu-lhe o aspeto atual de nave única e capela-mor mais baixa e estreita com sacristia anexa ao lado esquerdo. A fachada é dominada ao centro pela dupla sineira tão característica nesta região”.

Não entrámos no seu interior, pois, ao inicio da tarde de um dia quente de verão, pouca gente se via pelas ruas da aldeia e, nem tão pouco, encontrámos a zeladora da capela para no-la abrir e deitarmos uma vista de olhos.
Prosseguimos então caminho, percorrendo as ruas da aldeia, de acordo com a sinalética do Trilho.
Poucos passos decorridos, encontrámos o velho forno comunitário.

A porta estava aberta. Entrámos. O forno comunitário ainda tem uso!

Logo a seguir, deparámos com o Cruzeiro de Castelões ou do Senhor da Piedade.

É datado de 1879. Trata-se de um impressivo exemplo da cultura popular, conservado durante gerações, primando a sua arquitetura pela decoração simbólica, a começar pela cobertura do alpendre, em madeira pintada, representando os instrumentos da Paixão.

Protegido pelo alpendre, ao centro está o cruzeiro, repousando num plinto quadrangular, composto por uma coluna com fustes e capitel ornamentado com cabeças aladas de anjos, rematado por uma cruz latina, ostentando na face frontal o grupo escultório da Virgem em pé, com Cristo no regaço, e na face oposta Cristo Crucificado encimado pela insígnia INRI.

Verdadeiramente «naif».
Saímos sozinho da aldeia. Mas fizemos o percurso ao contrário do que o itinerário do folheto do percurso nos indica: em vez de irmos diretamente para Seara Velha, fomos ter a Calvão.
Deixamos aqui dois cenários do nosso percurso,

(Cenário I)

(Cenário II)
Uma vista de Castelões,

quando nos começámos a embrenhar mais em territórios de Calvão, protegida pela serra da Panadeira, vislumbrando no seu regaço a aldeia e a sua altaneira Igreja.

Entrámos na aldeia de Calvão por esta rua, onde, do lado direito, impera uma casa tipo senhorial, com uma Alminhas encrustadas, e, do lado esquerdo, a entrada posterior da Igreja Matriz de Santa Maria de Calvão, a que se tem acesso por uma meia dúzia de escadas.

A Igreja atual é da década 40 do século passado. O anterior templo vive envolto em lenda. Vale a pena conhecer a lenda de «Maria Mantela», apelando aos nossos(as) leitores(as) a que recorram ao blog do nosso amigo Fernando DC Ribeiro, «CHAVES», de 15 de março de 2007, sob a epígrafe «Chaves e a Lenda de Maria Mantela» onde, aqui, entre muitos outros, poderão conhecê-la, se ainda não a conhecem.
Como podemos constatar, segundo esta lenda, a criação desta Igreja deve a um dos sete filhos padres de Fernão Gralho e Maria Mantela. Tudo isto, segundo parece, dá-se em pleno século XII.
Como nota curiosa, quanto a esta lenda: depois de todos os filhos de Maria Mantela terem falecido, numa sepultura rasa, na Igreja Matriz de Chaves, defronte do altar de Sant’Ana, lia-se o seguinte epitáfio: “Aqui jaz Maria Mantela com sete filhos ao redor dela”.
Tivemos sorte: a Igreja Matriz de Santa Maria de Calvão estava aberta. Entrámos.

No retábulo do altar-mor, esta bela imagem da Virgem Maria.

Saímos do seu interior da Igreja e fomos observar a sua fachada principal, remodelada naquela década de 40 do século passado, depois de um vendaval/ciclone a ter destruído parcialmente.

Saímos da povoação de Calvão sem visitarmos a Capela de Nossa Senhora do Amparo, Deixamos, contudo, aqui, o que «avivar» nos diz quanto a ela:
“A capela de Nossa Senhora do Amparo é uma das mais antigas de Calvão. A capela, em 1617, era dedicada a Nossa Senhora do Rosário, alterando-se o seu orago em data desconhecida. A sua arquitetura é particularmente simples, um apanágio dos modelos executados no século XVII. À capela de Nossa Senhora do Amparo está associado o primeiro campo-santo, ou cemitério do povo em Calvão registado em Novembro de 1835. O fuste de uma coluna da época romana a suportar uma pia batismal, atesta a antiguidade desta aldeia”.
Atravessámos o ribeiro do «Crasto», já na saída na povoação. Antes de subirmos para o cabeço, onde esta a Capela de São José, não nos deixou indiferente as ruínas desta antiga capela, cujo nome desconhecemos.

Chamou-nos a atenção este nicho, na sua frontaria, onde se encontra pintada umas Alminhas já bem deterioradas.

Enquanto subíamos em direção à Capela de São José, olhando para trás, dávamos as despedidas ao casario de Calvão.

Aqui, no recinto, à volta da Capela de São José, resultante do empenho do Padre Gregório Domingues que, em 1752, a mandou edificar para nela ser sepultado, aproveitámos para descansar um bocadinho, à sombra das árvores que a rodeiam.

Estamos de acordo com António Manuel Martins, quando, na obra supra citada - «avivar – Nos Trilhos das Memórias de Chaves» nos refere que a morte do Padre Gregório ocorreu em dezembro de 1780, tendo o mesmo deixado no seu testamento rendimentos para a conservação do templo «enquanto o mundo for mundo». “A simplicidade arquitetónica do templo de uma só nave manifesta a vontade do seu instituidor que pretendeu ser sepultado rodeado de um ambiente bucólico”.
Embora a porta da capela estivesse fechada, por uma das suas frestas das duas janelas da porta, conseguimos ver o singelo retábulo do altar com a imagem de São José.

A partir daqui, foi um prolongado troço do caminho do Trilho até Seara Velha. Fácil de fazer, embora relativamente desprotegido quanto ao sol que escaldava.

Logo que chegamos a Seara Velha, o que mais nis chama a atenção é este Cruzeiro, que se encontra num eixo de vias de dão acesso à aldeia.

Este Cruzeiro, ao contrário do tradicional capitel, possui um globo, que se encontra rematado por uma cruz latina.
Na base tem adossada umas Alminhas em granito, de remate triangular e moldura inscrita em arco de volta perfeita, com cruz ao centro. No seu interior, um impressivo painel de azulejos, representando as almas no fogo do Purgatório “a serem resgatadas por anjos que ladeiam a figura da Virgem com o menino, que irrompe entre as nuvens cheia de luz”.

Subimos por entre o casario, ora um, com casas já velhas,

ora outro, em que se nota um esforço genuíno de recuperação,

até à sua Igreja Mariz.

Seara Velha está na rota de peregrinação para Santiago de Compostela, através da via que partia de Vilar de Perdizes. “As serras e os vales eram cruzados por peregrinos das mais variadas origens, imbuídos de fé, em direção a Compostela (…)” mas “A ligação a Santiago não se fica somente nos caminhos que atravessam a freguesia, nem no geo-monumento [o conhecido cofre de Santiago, um bloco de granito que se encontra no caminho que separa Soutelo de Seara Velha, imediatamente a seguir à escola primária]. O orago e patrono da freguesia é, também, Santiago, cuja Igreja paroquial dignifica a sua figura”.

Refere António Manuel Martins, “(…) a fachada do templo recebe visitantes e fiéis com uma interessante representação iconográfica. As edículas apresentam as figuras de S. Tiago montado a cavalo, do lado esquerdo,

e Santa Bárbara, com a sua tradicional iconografia, a torre e a palma, no lado direito”.

Não podemos entrar no interior da Igreja. Deixamos, contudo, o alçado exterior direito da mesma.

A 25 de julho, a aldeia de Seara Velha celebra o seu padroeiro S. Tiago, engalanando-se.
Nas escadas de uma casa, contígua à Igreja, parámos um pouco para aí descansarmos um pouco, hidratarmo-nos e mudarmos a roupa do tronco, toda alagada em suor. E continuámos caminho, por entre o seu casario

típico, de granito.

Não somos muito propenso a fotografar cemitérios.

Há, contudo, de reconhecer que a Morte é parte integrante da Vida. Por isso, aceitá-la, pensamos, é meio caminho andado para se encontrar um melhor modo de viver. As «almas» que aqui repousam não podiam ter melhor envolvência, em termos de paz. Nós próprio ficámos «arrebatado» com esta magnifica paisagem!

Ao deixarmos Seara Velha, subindo sempre rumo à Senhora da Aparecida,

não podíamos deixar de frisar mais um dos aspetos ligados a este lugar, que nos é referido pelo próprio António Manuel Martins: “A romanização da área sente-se pela passagem de uma via romana no alto da Mortiça. A Idade Média encontra-se disfarçada nas paredes das casas da aldeia, mas pode ainda ser sentida nos vestígios de um lagar escavado na rocha no Bairro das Lajes ou nas múltiplas sepulturas escavadas na rocha”.
Enquanto subíamos, do nosso lado esquerdo, aquela paisagem granítica fascinava-nos. E, a determinada altura, este cenário impressionou-nos.

Reavivámos nossa memória e percebemos de que se tratava de o Outeiro dos Mouros.
Outeiro dos Mouros “é um dos mais impressionantes castros da Idade do Ferro do concelho de Chaves. Destacado e imponente, este povoado apresenta três linhas de muralhas, de aparelho faceado que em alguns pontos apresenta ainda três metros de altura.
A sua implantação estratégica de controlo e a existência das linhas de muralhas demonstra bem o cuidado que estas populações da Idade do Ferro tiveram em se defender e de controlar o território envolvente. Defendiam-se de animais, é certo, mas sobretudo de outras comunidades com que manteriam atritos. Estávamos num período onde existiam grupos humanos organizados em tribos que já dominavam o ferro. Isso mesmo demonstram algumas peças aqui achadas que podem ser enquadradas entre o séc. III e o I a. C., como mós manuais rotativas, um cossoiro decorado com círculos e pontos, e uma fíbula. O achado de moinhos de naveta ou de “vai e vem” pode pressupor uma ocupação mais antiga, talvez dos finais da Idade do Bronze”.
Estamos, outra vez, em terras de Calvão. E, no trilho no qual prosseguíamos, à nossa direita, aparece-nos o Santuário da Senhora da Aparecida.

Mostra-se o topo da sua fachada principal da sua Igreja, com campanário típico da zona galaico-portuguesa,

o alçado posterior e lateral direito

e, a nível do cimo da capelinha, onde conseguimos, a custo, com o nosso telemóvel fotografar a imagem da Senhora,

O púlpito usado, no grande dia festivo da Senhora – no segundo domingo de setembro de cada ano -, para o «sermão» do pregador da Festa.

Ainda tentámos provar a água desta fonte

que, dizem, ser muito fresquinha. Mas não lhe vimos pinga.
Parámos neste Santuário, no cimo da capelinha, mais um bocadinho. A subida que, até aqui efetuámos, desde Seara Velha, com poucas sombras, apesar de estarmos com o cair da tarde, fez com que tivéssemos de mudar, outra vez mais, de roupa, pois estávamos todo encharcado de suor. Mudada a roupa, continuámos a nossa jornada, despedindo-nos deste Santuário, a partir deste Cruzeiro.

“Segundo a tradição popular, em 1833, a Senhora teria aparecido a três pequenos pastores: Manuel, Maria rosa e Teresa Fernandes. Tal acontecimento gerou uma profunda devoção junto da comunidade local que rapidamente se prestou a sacralizar o espaço. Com efeito, em 1833, o povo levantou ali uma capela. Em 1842 construiu outra de maiores dimensões, ligada à primitiva por um terreiro, e em 1880, uma terceira em forma de nicho”, diz-nos António Maria Martins.

Subindo até Castelões, indo ter à capela/Santuário de Nossa Senhora do Engaranho, através de um bom e largo troço de caminho, foi um deleitoso espanto que, quer à nossa esquerda, quer em frente, a própria natureza mais agreste nos propicia, trazendo-nos uma verdadeira e autêntica paz de alma. Eis os seus cenários:

(Cenário I)

(Cenário II)

(Cenário III)

(Cenário IV)

(Cenário V)
Na subida, entretanto, íamo-nos despedindo de Calvão

e, num outro quadro, e mais ao fundo, parte da cidade de Chaves, encostada à imponente serra do Brunheiro, local para onde, brevemente, nos dirigiríamos.

Mais uma vez, fomos ao encontro da Capela/Santuário de Nossa Senhora do Engaranho ou das Necessidades.

Ainda segundo António Maria Martins, na obra «avivar – Nos Trilhos das Memórias de Chaves» “é um dos mais importantes do seu género na região flaviense. O motivo prende-se, essencialmente, por a santa ser a advogada das crianças com problemas de crescimento. Manda o ritual que, na piscina que se forma no penedo junto da capela, se lave a criança e troque a roupa que tem vestida por uma nova e regresse a casa por um caminho diferente daquele que a conduziu ao santuário de maneira a processar-se a cura dos males.
O culto à Senhora do Engaranho deve ter começado no curso do século XVII/XVIII quando foi edificada a pequena capela que hoje em dia se conserva. A sua simples estrutura é a imagem da simplicidade devocional e da crença que ao longo dos tempos foi crescendo e angariando devotos. Planta de nave única apresenta no seu interior um retábulo de talha policromada a branco apresentando no eixo central a imagem da padroeira. Foi, contudo, no século XX que alguns beneméritos beneficiaram o santuário com novas capelas como são o caso das invocações a São Caetano, São Brás e São Bento. Mais recente é a fonte dedicada a São Tiago. Não menos importante é o cruzeiro que compõe o santuário. A sua simplicidade arquitetónica é coroada por uma singela cruz latina. O penedo onde está a pia (piscina) tem gravada uma serpente que nos remete para cultos ancestrais, provavelmente da Idade do Ferro, relacionado com a água e a vida”.
Já se fazia tarde para regressarmos a Chaves. Descemos pela zona do Parque de Merendas,

observando um velho carvalho nascido num penedo,

observando a entrada principal do Santuário, com o seu típico Cruzeiro.

Tomámos a estrada de asfalto até Castelões,

sem que antes não tivéssemos reparado no desconforto deste animal asinino perante a «invasão» de tantas moscas sobre o seu focinho.

Chegado ao lugar onde deixámos a nossa viatura, sem praticamente nenhuma gente a «receber-nos» no Largo, encetámos caminho de volta a casa.
Mais um percurso que se aconselha a fazer em dias de primavera e outono. E, se bem que não muito difícil de efetuar, o seu perfil altimétrico, conforme se vai mostrar, é de ora sobe, ora desce. Apenas nas proximidades de Seara Velha é que temos uma interessante «ladeira».
Para finalizar, já que se trata de percursos de visitação do património natural e cultural do concelho de Chaves. Esperamos que apareçam outros que cubram a totalidade do vasto e rico património que o concelho de Chaves tem.
E agora mesmo para acabar. Gostamos da recolha das «memórias». Em tempos, tínhamos um projeto ambicioso, que era levar a cabo um conjunto de «histórias de vida», que cobrisse a totalidade das «falas» das gentes do nosso mundo rural. Não tivemos tempo de o levar por diante, quiçá, porque não dizê-lo também, engenho e arte suficiente para o impor «politicamente» aos nossos «pares» da equipa que entretanto fazíamos parte! É que quanto mais tarde aparecer, menos «histórias de vida» e menos «memórias» teremos…
Pensamos brevemente levar a cabo a variante PR 7.1 CHV, cobrindo, mais em pormenor, os dois Santuários, nas aldeias da Freguesia de Calvão (Calvão e Castelões).
Apresenta-se o itinerário do Trilho,

bem assim o perfil da sua altimetria.



