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24
Abr20

Memórias de um andarilho - Caminho de Santiago - Epílogo (2019) - 4ª etapa:- Hospital-Fisterra

andanhos

 

MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO

 

CAMINHO DE SANTIAGO – EPÍLOGO

 

4ª ETAPA – HOSPITAL-FISTERRA

(17.abril.2019)

 

01.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (16)

Levantámo-nos pelas 6 horas e 30 minutos.

 

Atravessámos a aldeia e dirigimo-nos, pela estrada asfaltada,

02.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (01)

passando pelo edifício da Informação Turística ao Peregrino,

03.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (3)

ao lado da estrada,

04.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (2)

até ao Bar/Restaurante O Casteliño para tomarmos o pequeno almoço. Tomaram o pequeno-almoço connosco o francês, que falava inglês, e mais as duas espanholas.

 

Logo de seguida, pusemo-nos a caminho, chegando a esta rotunda.

05.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (4)

A partir desta rotunda, quem quiser seguir para Muxía, vai pela direita, do lado onde está o Florens; quem quiser seguir para Fisterra, vai pela esquerda, do lado onde cesta o Antón.

 

Está-se em território do município de Dumbria.

06.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (5)

Seguimos, assim,  pela esquerda,

07.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (8)

passando ao lado de uma fábrica, até que fomos dar com o Cruzeiro de Marco do Couto.

08.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (11)

E, continuando por este trilho,

09.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (13)

chegávamos até à ermida de Nuestra Señora de las Nieves.

10.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (20)

Demos uma volta ao redor da ermida.

11.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (21)

Reparámos num Cruzeiro implantado em pleno lameiro.

12.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (22)

E continuámos jornada, ficando com uma vista de conjunto da ermida e do seu Cruzeiro.

13.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (25)

Caminhávamos agora, pelo Monte do Lousado, através de um cómodo estradão.

14.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (28)

Até que, depois de ultrapassarmos a ermida de San Pedro Mártir, chegávamos ao Cruzeiro da Armada.

15.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (31)

Descendo agora,

16.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (39)

daqui, já podíamos ver a ria (enseada) de Corcubión.

17.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (43)

Tínhamos andado cerca de 15 Km, em estrada florestal, sem acentuadas subidas e descidas. Nestes últimos quilómetros, tomámos a dianteira e caminhámos sozinho, deixando um pouco para trás tio e sobrinho, entretidos em amena conversa. Pensávamos na família. Nos que já se foram recentemente, a quem dedicámos este Caminho, e nos que cá estão ainda nesta vida que é uma simples e mera passagem.

 

Percorrido o Caminho Chans, chegávamos a Cee, através do Campo Sacramento e pela rua da Magdalena.

18.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (53)

Dirigimo-nos para o Centro.

19.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (70)

Antes, porém, Antón quis posar neste símbolo do Caminho.

20.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (60)

Ultrapassada a Igreja de Santa María de Xunqueira,

21.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (72)

procurámos encontrar um café/bar que nos pudesse servir tortilha. Florens, enquanto fazíamos o percurso de hoje, não falava de outra coisa, senão, aqui em Cee, comer tortilha.

22.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (73)

Mas teve azar. Eram cerca de 11 horas e 15 minutos. E, em Cee, só há tortilhas a partir das 13 horas.

 

Lembrámo-nos que tínhamos embalado uns bons bocados de vitela guisada, do jantar da véspera. Enquanto Florens atravessava a praça

23.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (74a)

para ir a uma padaria, perguntávamos a Antón onde estavam as sobras da vitela de ontem à noite, devidamente embaladas. Bem procurou na mochila,

24.-2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (74)

mas, pelos vistos, deixou o embrulho no albergue. Esqueceu-se. Paciência! Tomámos meia de leite com um bolo e toca a atravessar a rotunda 8 de Março,

25.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (76)

onde impera, no seu centro, uma escultura alusiva ao Dia da Mulher,

26.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (77)

mesmo ao lado do Mercado Municipal.

27.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (80)

Segundo nos conta o Eroski Consumer, quando nos fala desta etapa, Cee esteve povoada na antiguidade pelos Nérios. Até ao século XII foi uma pequena vila agrícola e, atualmente, é o maior município da Costa da Morte, com cerca de 8 000 habitantes.

 

Continuámos a andar pelas ruas de Cee, com vista sobre Corcubión do outro lado da ria,

28.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (89)

e dirigindo-nos para lá.

 

Deixamos alguns pormenores/aspetos das ruas de Corcubión, por onde passámos.

29.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (91)

(Pormenor I)

30.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (100)

(Pormenor II)

31.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (103)

(Pormenor III)

32.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (94)

(Capilla del Pillar)

33.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (101)

(Igreja de San Marcos, na rua do mesmo nome)

 

Esta Igreja de San Marcos, ainda segundo o sítio do Eroski, acima referido, substitui a antiga paroquial de San Andrés de Canle. Está declarada como Bem de Interesse Cultural (BIC). É uma construção em estilo gótico marinheiro, ainda que tenha algumas partes barrocas e mesmo neogóticas, como é o caso da sua fachada principal.

 

A partir da rua Mercedes e do Campo do Rollo,

34.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (105)

deixámos o mar e a costa e começámos a subir por uma calçada, embrenhando-nos mais para o interior, evitando os alcantilados e escarpas sobre o mar.

35.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (107)

Tomámos a dianteira para «congelarmos» este momento

36.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (112)

- o tio Florens e o sobrinho Antón, tendo como pano de fundo a panorâmica de Cee e Corcubión, entrelaçadas pela enseada (ria).

37.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (114)

Se até aqui o tempo, se de nublado e chuviscoso, a partir daqui, as nuvens carregavam mais e a chuva começou a cair com mais força. E foi com este tempo que passámos em Amarela, Estrode e Sardiñeiro.

38.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (127)

Depois de Sardiñeiro, descendo, atravessámos a estrada e seguimos por este caminho.

39.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (131)

Ultrapassámos um grupo de peregrinos, cuja chuva não nos permitiu dar dois dedos de conversa,

40.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (128)

e, daqui, avistávamos o areal da Langosteira, com o Cabo (Faro) Fisterra ao fundo.

41.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (139)

A chuva não tinha modos de nos largar, chovendo agora copiosamente, ou como costumamos dizer, a potes, enquanto ultrapassávamos o extenso areal e praia da Langosteira.

42.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (145)

A certa altura, Florens, já vergado pela intensa chuva que caía, e porque não dizê-lo, com uma certa «larica», dá sinal de alarme:

- o primeiro café ou bar que encontremos, paramos. Isto é chuva a mais!

 

Não gostamos de parar e ficar com a roupa molhada no corpo. Encontrámos, finalmente, um café/bar. Entrámos.

43.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (146)

E, logo que entrámos, de imediato, fomos à casa de banho para mudarmos de roupa: temia pelo resfriado. Roupa mudada, agora mais composto e confortável, pedimos a ementa e almoçámos. Comemos. Tomámos café. Mas a chuva não aliviava.

 

Pelas nossas contas, o café/bar estaria distante do Centro uns sensíveis dois quilómetros. Enchemos o peito e saímos do estabelecimento, mesmo com chuva, para acabarmos de percorrer o areal da Langosteira,

44.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (146a)

que nos levaria, após uma ligeira subida à zona urbana de Fisterra.

45.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152)

Entrámos pelo bairro de San Roque, passando junto à Cruz de Baixar.

46.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152b)

Mesmo a chover, Florens e Antón fizeram questão de, nesta Cruz, tirarem uma foto. Para que se constasse.

47.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152c)

Apresentamos 5 trechos e/ou pormenores do percurso em Fisterra até que chegámos ao Centro.

48.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152d)

(Trecho I – Mar na Langosteira)

49.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152e)

(Pormenor I)

50.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (152f)

(Pormenor II)

51.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (157)

(Edifício da Casa do Concello)

52.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (158)

(Centro, onde se localiza um Monumento ao Emigrante)

Sabíamos, pelo primeiro Caminho que fizemos, onde se situava o albergue público. Por isso, encaminhámo-nos para lá.

53.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (160)

Infelizmente estava fechado, indicando aos peregrinos que estava para obras. Em plena primavera! Na verdade, pensávamos que a questão é outra, ou seja, a «política» agora é de acabar com os albergues públicos, em certas localidade, e apostar nos privados.

 

Sendo assim, daqui partimos para a Oficina de Turismo a fim de obtermos a nossa «Fisterrana».

 

Depois fomos saber de um albergue. Alojámo-nos no Aras que, quanto a serviço, era razoável.

54.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (162)

O albergue está dividido em compartimentos ou salões, com camaratas. Ficámos numa com portugueses e uma italiana, que chegou mais tarde.

 

Tomámos banho e pusemos a nossa roupa a secar.

 

Ainda deitámos o nariz fora do albergue para ver de podíamos dar uma volta mais completa por Fisterra. Mas não saímos. Continuava ainda a chover. E fazia um pouco de vento. Deixámo-nos estar no albergue. Conversámos um pouco com os outros peregrinos e deitámo-nos a descansar, a ponto de ainda passarmos um pouco pelas «brasas».

 

Aproximando-se a hora do jantar e com o tempo um pouco mais aliviado, saímos da «toca» e dirigimo-nos para a zona do porto de Fisterra, onde os restaurantes abundam.

 

Deixamos 5 cenários do nosso percurso até ao restaurante.

55.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (163)

(Cenário I)

56.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (164)

(Cenário II)

57.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (165)

(Cenário III)

58.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (169)

(Cenário IV)

59.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) 59.- Hospital-Finisterra (170)

(Cenário V)

Florens e Antón, esperavam por nós, enquanto nos entretínhamos a tirar umas fotos ao Monumento ao Emigrante.

60.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (168)

Foi nesta zona, num restaurante lá ao fundo, que jantámos.

61.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (172)

Depois do jantar, num lugar bem catita e virado para o largo e para o porto, fomos para o albergue. Havia mais para andar no dia seguinte.

 

Eram 4 horas e 30 minutos da manhã e já estávamos acordado e desperto. Não conseguíamos dormir, sabe-se lá porquê.

 

Logo que vimos gente a pôr-se a pé, também o fizemos. E muito cedo estávamos pronto para irmos até ao Cabo (Faro) de Fisterra, donde se iniciaria a nossa etapa que nos levaria até Lires.

 

Apresentamos o percurso e o perfil da etapa.

62.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (174)

 (Fonte:- Eroski Consumer, adaptado)

 

Andámos, nesta etapa, 28 Km 760 metros.

 

PANORÂMICA SOBRE O PORTO DE FISTERRA

63.- 2019.- 04.- CS (Epílogo) Hospital-Finisterra (175)

 

Deixamos aos(às) nossos(as) leitores(as) o diaporama da etapa para visualização.

CAMINHO DE SANTIAGO – EPÍLOGO – 4ª ETAPA:- HOSPITAL-FISTERRA

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