Domingo, 13 de Maio de 2018

Memórias de um andarilho - Caminho Português Interior de Santiago (CPIS) - 1ª etapa (Chaves- Verín)

 

 

MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO

 

CAMINHO PORTUGUÊS INTERIOR DE SANTIAGO

04.maio.2017

 

1ª etapa:- Chaves – Verín

00.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (20)

 Faz hoje exatamente um ano que chegámos a Santiago de Compostela, debaixo de uma chuva intensa, depois de termos percorrido o Caminho Português Interior de Santiago, de Chaves a Santiago.

 

Embora já no passado ano de 2007 tenhamos feito este Caminho – a que chamam, a partir do Castelo de Monterrei, da Via de la Plata ou Sanabrês – a partir de Laza, desta vez, aceitando o desafio do Florens, voltámos a percorrê-lo, a partir da casa de cada um: nós, de Chaves; o Florens, com o filho Rod, a partir de Vila Real. Só que circunstâncias alheias à vontade do Florens, acabaram por determinar que ele começasse, não em Vila Real, mas também em Chaves, como nós.

 

Para além de nós, do Florens e do Rod, em Allariz, juntou-se-nos um amigo do Florens e do Rod – o Zé.

 

Apesar de sermos repetente neste Caminho, temos a afirmar, face à experiência adquirida, que, por muito idênticas ou iguais que sejam as veredas por onde passemos para chegar a Santiago de Compostela, as vivências são muito diferentes umas das outras.

 

A acrescentar a este aspeto, de cariz mais subjetivo, existem mais dois: em primeiro lugar, ao chegarmos ao Castelo de Monterrei, não fomos por Laza, mas pela variante de Xinzo de Limia; depois, à saída de Ourense, em vez de irmos pelo Caminho Real, como tinha acontecido em 2007, optámos pela variante de Quintela; finalmente, ao chegarmos a San Cristovo de Cea, em vez de irmos pelo Caminho oficial, que vai por Piñor, derivámos para Oseira e ficámos no albuergue do seu mosteiro.

 

Feita esta pequena introdução, entremos então na reportagem das 10 etapas que, de Chaves, nos levaram a Santiago de Compostela.

 

Já há um ano que o Caminho foi efetuado. Muitas das nossas peripécias do Caminho ficaram no esquecimento, sem qualquer memória. Por isso, vamos, tão simplesmente, limitarmo-nos a reproduzir o relato de cada etapa que, no fim de cada uma delas, vertemos para o nosso Bloco de Notas «Moleskine».

 

Avancemos, pois.

 

Saímos de casa cerca das 7 horas da manhã. Ainda estavam as luzes acesas.

01.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (1)

De imediato, dirigimo-nos para o Largo de Camões, onde se situa o edifício da Câmara Municipal e a Igreja Matriz.

 

Tiradas as fotos da praxe para que constasse da reportagem, dirigimo-nos para o Jardim do Bacalhau e para o Monumento. Aqui dirigimo-nos para a avenida do Estádio. No seu final desta avenida, virando à direita, fomos ter à avenida do Tâmega

02.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (15)

em direção a Outeiro Seco.

03.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (25)

Ultrapassámos Outeiro Seco e o Perímetro Industrial de Vilela Seca,

04.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (44)

passámos por Vilarinho da Raia, dando dois dedos de conversa com este amigo pastor,

05.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (53)

Vila Meã, com o seu cruzeiro,

06.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (60)

e Vilarelho da Raia.

 

Em Vilarelho da Raia, fizemos uma pausa para, num café local, e na sua varanda, fazermos o reforço  do nosso pequeno-almoço.

07.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (91)

Saídos de Vilarelho da Raia, entrámos na Galiza,

08.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (99)

dirigindo-nos para Rabal. De Rabal, tomando a estrada 323, fomos ter a Tamaguelos.

09.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (103)

 Aqui parámos para tomar um café e uma água. E conversarmos com um dos locais.

10.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (125)

Até aqui o nosso percurso foi muito chato, nãso só pelo sol que fazia, mas também porque o nosso percurso foi todo feito praticamente em cima do asfalto. A sinalização até aqui estava razoável, mas a do desvio para Tamagos

11.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (150)

e Cabreiroá deixa muito a desejar.

12.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (151)

Pensámos que a etapa seria de 26,1 Km, mas, pelindicação do nosso S Helath, acabámos por andar mais do que isso. Como primeira etapa foi violenta demais, particularmente para o Rod.

 

Ao chegarmos a Verín, e antes de irmos para o albergue, parámos num restaurante para almoçarmos.

 

O albergue fica na Casa do Escudo, à saída de Verín. As instalações são excelentes. Tudo quanto ao albergue diz respeito, nada temos a apontar.

 

Depois de nos instalarmos, tomarmos banho e comunicarmos com a família. E tomámos as nossas notas.

 

Fomos dar uma volta por Verín

13.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (200)

e fazer compras para o pequeno-almoço do dia seguinte,

14.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (211)

e, como não podia deixar de ser, o nosso jantar foi caldo à galega e polvo.

 

Bem comidos e bebidos, fomos para o albergue. Deitámo-nos. E dormimos como anjos.

 

De madrugada choveu e trovejou. Na cama, até nos soube bem a chuva cair no telhado da Casa do Escudo. O pior foi depois de manhã!

 

Como nota final há a acrescentar um pormenor que aos três nos chocou: as vinhas de Verín foram todas queimadas pela enorme geada preta que caiu na noite do dia 28 de abril passado. Foi mesmo de meter dó ver aquele vinhedo todo queimado!

15.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (101)

Uma curiosidade para a reportagem. Enquanto adormecíamos, falava-se dos muitos nomes que a «coisa», delas, tem. Vai daí Florens acrescenta mais uma ao já extenso léxico da «coisa», que lhe foi dito por uma sua velhinha doente. Ele aqui vai – Sufa(fu)la da matrácula.

 

Apresentam-se os dados desta 1ª etapa referentes à distância percorrida e respetiva duração

16.- 1ª etapa 01

bem assim quanto à nossa velocidade e à elevação do percurso.

17.- 1ª etapa 02

 Apresenta-se o diaporama sobre esta primeira etapa do Caminho Português Interior de Santiago - Chaves - Verín.

 

18.- CPIS - 1ª etapa (Chaves-Verín) (220)


publicado por andanhos às 13:00
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