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andanhos

29
Jun18

Gallaecia - Memórias de um andarilho:- Parque Natural do Monte Aloia (III)

andanhos

 

GALLAECIA - MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO

49a.- Rota do Monte Aloia (498)

 

- «Andaina» pelo Parque Natural Monte Aloia -


20.maio.2018

 

"Unha paisaxe chamativa
é o esqueleto que aproveitan
moitos pobos primitivos
para ergue-los seus mitos de importancia social".

 

KevinLynch

 


C.- TROÇOS («TRAMOS») DA PARTE DE TARDE


6.- Trilho Botânico

 

Este troço («tramo») da nossa «andaina» atravessa o «arboreto ilustrado» do Parque Natural,

50.- Rota do Monte Aloia (441)

onde a mão do Eng. Rafael Areses aqui teve mais intervenção, como seja, a introdução de espécies exóticas.

51.-Rota do Monte Aloia (451)

Percorrendo este troço, onde os regos de água não faltam,

52.- Rota do Monte Aloia (527)

em especial o ribeiro Tabernas,

53.- Rota do Monte Aloia (484)

 com as suas pequenas quedas de água e poças.

54.- Rota do Monte Aloia (513)

Através dos placares informativos, podemos identificar e conhecer as diversas espécies exóticas, à mistura com as autóctones.

55.- Rota do Monte Aloia (456)

Percorrido o pequeno trilho botânico, com o calor a apertar, apesar das sombras, um ou outro caminheiro(a) aproveita, nos vários bancos pelo percurso espalhados, para descansar.

56.- Rota do Monte Aloia (532)

No final do trilho, vamos ao encontro da Casa dos Engenheiros Florestais (do Monte)

57.- Rota do Monte Aloia (511)

bem assim do Centro de Receção e de Interpretação do Parque - «Casa Engenheiro Rafael Areses».

58.- Rota do Monte Aloia (501)

Aqui nos demoramos um bocadinho a ver este edifício tão característico e, saindo definitivamente do bosque botânico,

59.- Rota do Monte Aloia (539)

juntámo-nos para percorrer um outro troço («tramo») - o trilho do Rego de Pedra.

60.- Rota do Monte Aloia (537)

Mas os nossos amigos caminheiros de AndaTui não nos deixaram sair deste local sem, com um pequeno desvio, ir ver uma das «joias da coroa» do «seu» Parque - a Faia.

61.- Rota do Monte Aloia (553)

Estará muito perto dos 100 anos, dizem. A sua copa cobre mais de 40 metros de superfície. O seu tronco, é o que se vê,

62.- Rota do Monte Aloia (556)

com, estas duas caminheiras, entre muitas outras, a abraçarem o seu tronco.

 

7.- Trilho do Rego de Pedra


O Rego da Pedra

63.- Rota do Monte Aloia (589)

 que dá o nome a este troço, bem assim a um trilho, foi construído entre 1955 e 1958. A sua finalidade era o transporte de água para os campo de cultivo de Frinxo.

64.- Rota do Monte Aloia (592)

Hoje em dia, é apenas uma memória. Percorrendo este trilho,

65.- Rota do Monte Aloia (600)

quer o seu «rego»,

66.- Rota do Monte Aloia (593)

quer os pequenos «embalses», que o constituíam,

67.- Rota do Monte Aloia (605)

(«Embalse» I)

68.- Rota do Monte Aloia (603)

(«Embalse» II)

estão totalmente secos.


Gostámos de ver, no final da descida, em Frinxo, a sua bonita capela, com uma linda oliveira, por perto.

69.- Rota do Monte Aloia (608)

 

8.- Trilho dos Moinhos de Tripes


O rio Tripes, conhecido geograficamente como o «Rego Cotarel»,

70.- Rota do Monte Aloia (748)

 nasce no Monte Aloia, no Alto de San Xiao. É um afluente do rio Minho e divide as paróquias tudenses de Pazos de Reis e Randufe.

 

Os Moinhos de Tripes estão situados na parte inferior do Parque Natural do Monte Aloia, perto do Castro do Monte dos Castros (que, infelizmente, não tivemos tempo de visitar).

 

As suas margens estão salpicadas de moinhos

71.- Rota do Monte Aloia (668)

atravessando bosques,

72.- Rota do Monte Aloia (623)

com vegetação variada.

73.- Rota do Monte Aloia (671)

Fizemos este percurso, a partir de Frinxo, descendo.

 

A maior parte destes moinhos tê mais de 200 anos,

74.- Rota do Monte Aloia (647)

bem como uma ou outra casa, que fomos encontrando, - são casas-moinho.

75.- Rota do Monte Aloia (714)

Valeu a pena fazermos uma ou outra paragem - apesar da pressa e da horas tardia -, pois ainda tínhamos um percurso pedestre para fazer, para contemplarmos a beleza destes moinhos,

76.- Rota do Monte Aloia (710)

pelos quais correm águas cristalinas,

77.- Rota do Monte Aloia (684)

as suas pontes de madeira e passarelas

78.- Rota do Monte Aloia (627)

e as suas cascatas.

79.- Rota do Monte Aloia (662)

Na parte final do nosso troço («tramo») - início oficial do trilho dos Moinhos de Tripes -, existe esta curiosa varanda («balcón»). Nela, uma imagem.

80.- Rota do Monte Aloia (734)

Em frente a esta varanda, um moinho, casario, campos de cultivo, vinhedo e uma ponte.

81.- Rota do Monte Aloia (718)

(Perspetiva I)

82.- Rota do Monte Aloia (732)

(Perspetiva II)

Feito o troço («tramo») dos Moinhos de Tripes, há que regressar ao autocarro

83.- Rota do Monte Aloia (755)

para, conforme Mapa abaixo, sairmos do ponto 1 - Parque Natural do Monte Aloia - nos deslocarmos ao ponte 2 - O Rosal -, para, em final de dia, ainda fazermos um pequeno percurso de 4 Km, para visitarmos e contemplarmos um conjunto de moinhos espetaculares - os Moinhos do ribeiro O Folón e os Moinhos do ribeiro O Picón.

84.- Mapa das andainas Monte Aloia e Molinos O Folón e O Picón

O nosso percurso pelo Parque Natural do Monte Aloia foi de 17, 8 Km, conforme app do nosso S Health indica,

85.- IMG-20180619-WA0003

com uma velocidade e um desnível que o quadro abaixo exibe.

86.- IMG-20180619-WA0005

 

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