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21
Abr20

Caminho de Santiago - Epílogo (2019) - 3ª etapa:- Santa Mariña-Hospital

andanhos

 

MEMÓRIAS DE UM ANDARILHO

 

CAMINHO DE SANTIAGO – EPÍLOGO

 

3ª ETAPA – SANTA MARIÑA-HOSPITAL

(16.abril.2019)

 

01.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (146)

Segundo a meteorologia do Florens, para hoje não havia chuva.

 

E, com efeito, o dia de hoje, quanto a chuva, nada teve a ver com o dia de ontem. Não choveu nem uma pinga, apesar do céu estar bastante nublado. Contudo, quando chegámos a Hospital, o céu limpou e estava um bonito dia de sol de abril.

 

Saímos do albergue os três, juntamente com a jovem Cláudia, que nos acompanhou até Olveiroa.

02.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (3)

O Antón, no início da jornada, lesionou-se. Valeu-lhe seu tio Florens, especialista nestas coisas: pôs-lhe uma ligadura, depois de lhe aplicar um unguento. Aguentou-se bem até Hospital. Florens alvitrou que teria sido um pequeno entorse, fruto do mau jeito que deu à pernas, ontem à noite, quando estava a fazer desenhos sobre o caminho efetuado na etapa, no albergue de Santa Mariña.

 

A primeira parte do percurso – desde Santa Mariña, passando por Bom Xesús, com o seu bonito Cruzeiro,

03.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (18)

e Gueima – caminhámos sempre por asfalto, entre uma paisagem em que o verde, essencialmente resultante do cultivo do milho, é dominante.

04.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (6)

(Cenário I)

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(Cenário II)

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(Cenário III)

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(Cenário IV)

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(Cenário V)

O grupo de britânicos, que ontem pararam em Santa Mariña, hoje fomos encontra-los ao longo desta primeira parte do nosso percurso.

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Cláudia, a jovem bailarina, acompanhou-nos mais de perto,

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principalmente na subida para o Monte Aro

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e depois na descida para Lago, com a presença, e como pano de fundo, a albufeira de Fervenza.

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(Momento I)

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(Momento II)

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(Momento III)

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(Momento IV)

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(Momento V)

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(Momento VI)

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(Momento VII)

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(Momento VIII)

Em Lago parámos para tomarmos o reforço do pequeno-almoço.

20.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (70)

O meio rural é uma constante.

21.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (75)

Sempre acompanhados dos espigueiros (hórreos), construídos em xisto, ao longo de Campo Valado, Porteliñas e Abeleiroas.

22.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (69)

(Espigueiro I)

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(Espigueiros II)

24.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (76a) -

(Espigueiro III)

Até que chegámos a San Cristovo de Corzón,

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onde se destaca a sua Igreja Matriz, o Campo Santo (cemitério) e o Cruzeiro.

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Um pouco mais à frente, passávamos por Mallón

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e, logo de seguida, vamos ao encontro do rio Xallas,

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em Ponte Olveira. Em Ponte Olveira existe uma ponte

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que foi construída sobre uma antiga ponte romana. Foi reconstruída no século XVIII com pedra de cantaria. Possui três arcos de meio ponto. Atravessa o rio Xallas, unindo os municípios de Mazaricos e Dumbria.

 

Sobre este lugar deixamos à consideração dos(as) nossos(as) leitores(as) a leitura do texto, ínsito na Xacopédia, sobre a tragédia ocorrida nesta localidade, aquando das Invasões Francesas.

 

Faltava-nos pouco mais de 20 minutos para chegar a Olveiroa. Deixamos três cenários,

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(Cenário I)

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(Cenário II)

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(Cenário III)

antes de nos aproximarmos do início de Olveiroa.

33.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (107)

Aqui, em Olveiroa,

34.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (109)

parámos para almoçar, no Restaurante Casa Manola.

35.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111b) 20190416_123237

Despedimo-nos aqui da bailarina Cláudia,

36.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111a) - 20190416_123214

que nos deixou com este rasgado sorriso.

37.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111d) - 20190416_123433

O percurso de Cláudia privilegiava, em primeiro lugar, Muxía; o nosso, era Fisterra. Enquanto nós iríamos pernoitar em Hospital, Cláudia ficaria em Dumbria. Foi uma etapa agradável na companhia desta simpática moçoila.

 

Lembramo-nos que, quando em 2007 fizemos este Caminho, seguindo via Muxía, ficámos no albergue desta localidade, que se situa no centro urbano da mesma.

 

Depois do almoço, voltámos a por pé a caminho, atravessando, pela estrada, Olveiroa.

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(Trecho I)

39.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111g) - 20190416_140629

(Trecho II)

40.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111h) 20190416_140631

(Trecho III)

41.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111e) - 20190416_140453

(Trecho IV)

42.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (111)

(Trecho V)

Saímos de Olveiroa, descendo até ao rio Xallas.

43.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (122)

(Troço I)

44.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (122b) - 20190416_141146

(Troço II)

45.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (122c) - 20190416_141226

(Troço III)

46.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (123)

(Troco IV)

A partir daqui, começámos a subir até quase ao alto das antenas eólicas.

47.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (124)

(Trecho I)

48.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (126)

(Trecho II)

49.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (127)

(Trecho III)

50.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (129)

(Trecho IV)

Do alto víamos a albufeira encaixada do Castrelo

51.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (131)

e esta bonita vista sobre o rio Xallas.

52.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (134)

Começámos depois a descer para o Vao de Ripas, por onde passa o rio Hospital.

53.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (135)

Em poucas centenas de metros, em ligera subida, estávamos em Logoso,

54.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (142)

que a atravessámos sem parar.

 

Continuando em ligeira subida, pela CP-3404, por estrada asfáltica, chegávamos ao Posto de Informação ao Peregrino e

55.- 20190416_151720

 

entrávamos em Hospital.

 

Não fomos para a aldeia. Seguimos em frente pela estrada e dirigimo-nos ao Bar/Restaurante O Casteliño.

56.- 2019.- 03.- CS (Epílogo) - Santa Mariña-Hospital (147)

Entrámos.

57.- 20190416_152222

No Bar/Restaurante O Casteliño não fica localizado o albergue. O albergue, gerido pelos mesmos proprietários do Bar/Restaurante, fica a uns duzentos ou trezentos metros mais atrás, no centro da aldeia, onde são predominantes os espigueiros.

58.- 20190416_182652

(Espigueiros I)

59.- 20190416_182806

(Espigueiro II)

Depois de bebermos umas águas e tratadas todas as partes burocráticas quanto a credenciais e pagamento, a  proprietária do Bar/Restaurante, na sua viatura, do Bar levou-nos até ao albergue.

 

Consultemos, uma vez mais o nosso Bloco de Notas para ver se deixamos escapar algum pormenor que tenha surgido. A certa altura, comentávamos, em tarde soalheira,

60.- 20190416_171227

Enquanto esperávamos que a roupa, trazido na etapa, entretanto lavado à mão, juntamente com as toalhas de banho, secassem, dávamos dois dedos de conversa. E também esperando pela hora do jantar.

61.- 20190416_171249

E comentávamos haver muitos albergues privados neste Caminho, a preços entre 10 a 12 € por pessoa; contudo, pena era que, depois de Hospital, não houvesse um albergue mais 5 a 7 quilómetros à frente: só em Cee, que dista de Hospital 15 Km.

62.- 20190416_171149

Na nossa etapa de amanhã, teremos de percorrer 27 Km até Fisterra. E se quisermos ir até ao Cabo Fisterra, serão mais 6 Km (três para lá e mais três para cá). Ou seja, 33 Km. Vai ser uma etapa puxada e, com certeza, deixaremos cair a ida até ao Cabo Fisterra nesse dia, só o fazendo no dia a seguir.

 

Nesta albergue, O Casteliño, para além de nós os três, ficou alojado um brasileiro, de São Paulo, um francês e duas espanholas, da Estremadura. Chegou depois um casal, mas não ficou aqui alojado. Dram meia volta e foram-se embora.

 

Enquanto nós e o Florens falávamos, Antón, ao sol, procedia à feitura dos seus desenhos sobre os temas desta etapa. No último post deste Caminho vamos-lhe pedir permissão para publicar um deles.

 

A partir de determinada altura, Florens começou a escrever as suas notas, enquanto nós víamos mapas e literatura turística da zona.

 

No caminho para o restaurante, onde, todos os que ficaram neste albergue, comemos, antes de partirmos, uma fotografia do sobrinho e tio, juntos a um espigueiro: para a história desta etapa e deste Caminho.

63.- 20190416_183221

Al longo de duzentos a trezentos metros que nos separava do restaurante, Florens, servindo de cicerone, ia contando a seu sobrinho Antón a história dos Caminhos Jacobeus.

 

No restaurante as duas maduras espanholas estremenhas ficaram numa mesa e nós os três, juntamente com o paulista e o francês, numa outra. Os temas de conversa foram em inglês. O inglês era a língua mais fácil para o Florens e o francês melhor comunicarem.

64.- Percurso e perfil da 3ª etapa

 (Fonte:- Eroski Consumer, adaptado)

65.- CS - Epílogo - 3ª Etapa

Andámos 18 Km e 500 metros.

 

Deixamos aos(às) nossos(as) leitores(as) o diaporama da etapa para visualização.

CAMINHO DE SANTIAGO – EPÍLOGO – 3ª ETAPA:- SANTA MARIÑA-HOSPITAL

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