Domingo, 10 de Maio de 2015

Por terras e aldeias de Portugal - Maciço da Gralheira IV - 2

 

 

MACIÇO DA GRALHEIRA

 

IV PARTE

(Percurso Pedestre de Pequena Rota nº 14 [PR 14 - Aldeia Mágica], em Arouca)

 

2ª Parte

(Do Mato de Belide a Drave)

 

Deixamos aqui aos nossos(as) leitores(as) quadros magníficos que a natureza se encarregou de pintar para nossos deleite; uma espécie de recompensa, em ramos de tufos de flores singelas, em enormes extensões, para quem se «atreveu» a visitar estas espetaculares «intimidades»...

21.-  PR 14 - Arouca

(Quadro nº 1) 

22.-  PR 14 - Arouca

 (Quadro nº 2)

22.-  PR 14 - Arouca

 

 (Quadro nº 3)

23.- PR 14 - Arouca

 (Quadro nº 4)

O calor fazia-se sentir. Sentámos depois um pouco para descansar e nos hidratar. Mas nossas vistas, ávidas, não se cansavam de admirar o que viam.

 

Estávamos um pouco mais acima dos 700 metros de altitude. Deste lugar, do Mato de Belide, tem-se uma vista espantosa sobre toda a região: ao longe, como dizem Manuel e Jorge Nunes, “delimitando o horizonte, a cumeada recortada da serra da Arada elevando-se acima dos 1000 metros;

26.- PR 14 - Arouca

aos pés, o rio Paivô que serpenteia apertado entre fragas;

27.-  PR 14 - Arouca

e em frente, para poente, a famosa «garra», uma gigantesca encosta entremeada de profundas linhas de água, que escorre para o vale num desmesurado punho contido”.

28.-  PR 14 - Arouca

Deliciados por estes quadros de paisagem, pusemos as mochilas às costas e, virando à esquerda, encetámos a nossa descida até Drave.

30.-  PR 14 - Arouca

Para trás íamos deixando a silhueta da «garra».

33.-  PR 14 - Arouca

E a serra da Arada sempre a seguir-nos,

31.-  PR 14 - Arouca

continuando a oferecer-nos quadros de paisagens magníficas.

32.- PR 14 - Arouca

 (Quadro nº 6)

34.- PR 14 - Arouca

(Quadro nº 7)

35.-  PR 14 - Arouca

(Quadro nº 8) 

E, por qualquer recanto do carreiro por onde passávamos, a mãe-natureza ia-nos oferecendo estes bonitos «bouquets» de flores.

36.- PR 14 - Arouca

  (Bouquet nº 1)

37.-  PR 14 - Arouca 

 (Bouquet nº 2) 

Aqui fica uma perspetiva

38.- PR 14 - Arouca

 e um pormenor do carreiro que tivemos de percorrer para chegar a Drave.

39.- PR 14 - Arouca

Até que, a páginas tantas, numa encosta sombria e pouca ensoleirada, por entre dois tufos floridos de monte,  aparece-nos Drave.

40.- PR 14 - Arouca

Continuando pelo carreiro, onde as marcas dos carros de bois ainda se notam, denunciando a existência de um outro mundo e de uma outra vida que aqui já há muito deixou de existir, não perdemos de vista Drave

41.- PR 14 - Arouca

e o seu estreito rio Paivô, correndo, esganado de água, no fundo daquelas vertentes íngremes.

42.-  PR 14 - Arouca 

Numa volta do carreiro, uma cruz branca - chegávamos a Drave e ao seu núcleo secundário de casario abandonado.

43.-  PR 14 - Arouca

Em frente víamos a velha capela, destacando-se das demais construções pela sua cor branca,

44.-  PR 14 - Arouca

 o seu moinho abandonado,

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a sua ponte, por onde um fio de água límpida ora corre,

46.-  PR 14 - Arouca

ora se precipita em pequenas cascatas.

47.- PR 14 - Arouca

O sonho que acalentávamos durante alguns anos havia-se cumprido. Tínhamos chegado à Aldeia Mágica. Mágica mais pelas evocações que nos desperta. De outros tempos, em urbanos românticos. Porque, em tudo o mais, não passa de um fantasma. Abandonada. Sem almas e sem gentes. Numa lenta e demorada recuperação, que jamais se saberá no que a transformará. Num ambiente já quase selvagem. Num fim de mundo!


publicado por andanhos às 21:15
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