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Por terras da Gallaecia - Caminhada:- Rotas parciais das águas de Verín e do Pozo do Demo (Galiza) - I

 

 

CAMINHADA – ROTA PARCIAL DAS ÁGUAS DE VERIN E DO POZO DO DEMO

 

PARTE I

 

2. Agosto. 2013

 
 
 

CALDAS DE CHAVES

 

Onde acaba o ribeiro de Rivelas,

Aqui ao pé de Chaves, a Poente,

Brotam águas em caudal fervente

Rivais das de Vichy ou de Caldelas!

 

O povo francamente vai colhê-las

Em alegre vai-bem… constantemente.

De fama e valor surpreendente

Aonde ir encontrar outras mais belas?

 

Terras sãs e gentis de Portugal,

Vós não tendes a doce regalia

De ter assim um privilégio igual!

 

Chamemos-lhe invulgar preciosidade,

Que muito outrora Roma invejaria

E pela qual de fez esta cidade.

 

Artur Maria Afonso, pai de Nadir Afonso

- Chaves, 26. Dezembro.1939

Do Livro de poesias “AURAS PERFUMADAS

 
 
(Nadir Afonso - Tâmega, 1947)
 
 

1.- DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA CAMINHADA

 

Tinha sugerido ao amigo Fábio que seria interessante fazermos a «Ruta das áugas de Verín».

 

Quando, no passado dia 2 de Agosto, iniciámos a caminhada, porque não tinha dado uma vista de olhos no mapa, que previamente Fábio me tinha enviado, ao iniciar a caminhada, uma vez que ela se inicia na Capela de São Lázaro, junto ao albergue de peregrinos, ou Casa do Escudo, estava convencido que era mesmo a «Ruta» que íamos fazer.

 

Lentamente fui-me apercebendo, e como se indica no mapa daquela «Ruta», que não nos estávamos a dirigir para Cabreiroá, San Antón, Sousas, Fontenova, Fonte do Sapo, Caldeliñas, Ponte da Pousa para, depois, regressarmos à Capela de São Lázaro! 

 

 

Mas sim um outro feito pela sua lavra.

 

Mais uma, de entre muitas partidas, que Fábio nos pregava! Tínhamos que andar mais quilómetros e aumentar o grau de dificuldade das etapas. Daí, há que adaptar a rota!

 

 
Assim, da Capela de São Lázaro,

 

 
atravessámos o centro urbano de Verín;

 

(Perspetiva nº 1)

 

(Perspetiva nº 2)
 
a 400 metros do centro, passámos por Fontenova;

 

(Fachada principal do balneário de Fontenova)

 

(Fontenova - pormenor da fachada principal do balnear)

 

logo a seguir pelo manancial de Sousas e,

 

(Instalações industriais da Águas de Sousas)

 

(Águas de Sousas - pormenor do portão)

 

(Águas de Sousas - Buvete)

 

(Águas de Sousas - pormenor de uma das portas de entrada da buvete)

 

depois, subindo, embrenhámo-nos nos montes sobranceiros a Cabreiroá, passando por Bemposta e Veiga de Meás.

 

(Trecho nº 1)

 

(Trecho nº 2)
 
Aqui, nestas terras de montanha, o mesmo trabalho agrícola de sempre, ainda nos moldes tradicionais,
 
 
os mesmos rostos chisnados pelo sol e pela vida, uns mais sérios e curiosos,

 

 

outros mais alegres, em ambiente tipicamente rural.

 

 

A partir de Veiga de Meás, percorremos parte da «Ruta do Pozo do Demo», através de um traçado com uma panorâmica fantástica sobre o vale de Monterrei e Verín.

 

 
A determinada altura, deixámos a «Ruta do Pozo do Demo» para, descendo, nos dirigirmos a Cabreiroá, passando pelo seu núcleo urbano.
 
(Cabreiroá - perspetiva nº 1 do casario)
  
(Cabreiroá - perspetiva nº 2 do casario) 
 

 

(Cabreiroá - perspetiva nº 2 do casario)

 

(Cabreiroá - pormenor nº 1 de uma habitação)
 

 

(Cabreiroá - pormenor nº 2 de uma habitação)

 

Mais à frente, entrámos no parque do manancial das Águas de Cabreiroá.

 

 

Aqui se apresenta a respetiva planta do complexo.

 

 

Dirigimo-nos até à buvete e entrámos nela para beber um copo das suas águas.

 

(Águas de Cabreiroá - Buvete)

 

(Águas de Cabreiroá - Interior da buvete)

 

O complexo de Cabreiroá é um lugar relativamente isolado e aprazível. Com um parque

 

 

e um hotel-balneário bonitos. Pena o hotel-balnear não estar em uso e já em decadência!

 

 

Deparámos com uma estátua à entrada das instalações industriais. Trata-se de D. Santiago Ramon y Cajal, prémio Nobel de medicina em 1906, e insigne prescritor das águas de Cabreiroá.

 
 
 

Antes de sairmos do complexo, ei-lo, partindo, um camião carregado de água engarrafada deste manancial para todas as partes de Espanha.

 
 
Saindo do parque do manancial de Cabreiroá, seguimos em frente para, ao fim da estrada, girarmos para noroeste
 
 
 

pelos bairros próximos da cidade de Verín, até chegarmos ao nosso ponto de partida a Capela de São Lázaro.

 
 
 

Aqui chegados, e como jáé habito, Fábio e Mitok, antes de refrescarem os estômagos no Jamón Jamón, dirigem-se, logo ali ao lado, ao rio Tâmega, para refrescarem os pés nas suas águas.

 

(Continuação da Caminhada no post seguinte - Parte II)

 

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