Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

Por terras de Portugal - Caminhada Fisgas de Ermelo - II Parte

 

 

POR TERRAS DE BASTO

 

CAMINHADA (PR 3 MB) PELO TRILHO DAS FISGAS DE ERMELO
(EX-LIBRIS DA SERRA DO ALVÃO)

 

II PARTE

48a.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (349)

 


Ermelo, Marão, 2 de Outubro de 1959
Cá me vim debruçar também sobre o despenhadeiro das Fisgas, com os pés seguros pelos companheiros por causa das vertigens. E apreciei devidamente este misto de espanto e terror. A contemplação dos abismos naturais é necessária de vez em quando a quem tem a atracção dos outros. Toma-se consciência, com rigor físico, das asas que nos faltam para estar à altura da máxima de Nietzsche…

Miguel Torga, Diário VIII (1959)


4.- Do Leitor de paisagem «Cancela do Miradouro» ao Leitor de paisagem «Fisgas de Ermelo»

 

Desde este Leitor de paisagem «Cancela do Miradouro» podemos observar à nossa frente a paisagem deslumbrante do Monte Farinha, apercebendo-nos, no seu topo, do Santuário de Nossa Senhora da Graça.

 

Na sua base, a aldeia de Bilhó.

49.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (323)

Começámos a descer até ao Leitor de paisagem «Fisgas de Ermelo» por uma estrada florestal asfaltada na sua maior parte.

50.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (326)

(Perspetiva I)

51.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (327)

(Perspetiva II)

Enquanto descíamos, íamos tirando uma ou outra foto à paisagem que nos ficava à nossa frente, ora de um lado,

52.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (329)

ora de outro, com o vale/desfiladeiro do rio Olo e a aldeia de Ermelo à nossa esquerda.

53.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (331)

Até que nos aparece o Leitor de paisagem «Fisgas de Ermelo».

54.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (337)

Sobre este local, Hugo Mourão reforça a opinião, que nós já tínhamos, de ser o que tem maior número de visitantes na área do Parque Natural da Serra do Alvão. Refere este autor que seria importante melhorar a pavimentação do solo da estrada asfaltada que dá acesso ao miradouro, desde o Fojo, e a construção de valetas para canalizar a água das chuvas, evitando, assim, as enxurradas para a estrada. E prossegue este autor, dizendo: “Com uma altitude de 680 metros, é um local que dá a possibilidade de interpretação da paisagem relacionando-a com a litologia presente, a influência da tectónica na rede hidrográfica e a relação da tectónica com a formação do modelado superficial (fracturação do quartzito)”. Não podíamos estar mais de acordo com Hugo Mourão, acrescentando que o local, sem tocar demasiado no seu contexto orográfico, devia oferecer melhor visibilidade e maior proteção.

 

Com cuidado, por entre estas “setas” rochosas indicando-nos o enorme “covão” ou precipício que está à nossa frente,

55.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (339)

posicionámo-nos num lugar estratégico e à sombra, não só para descansarmos um pouco e protegermo-nos do sol, mas também para tirar fotos, captando, uma vez mais, a imagem mais conhecida das Fisgas de Ermelo.

 

E bem razão tinha Miguel Torga quando, no seu Diário, a 2 de outubro de 1959, escrevia as palavras com que iniciámos este post!

56.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (340)

(Perspetiva I)

57.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (354)

(Perspetiva II)

Fazendo zoom com a nossa objetiva, eis as Fisgas de Ermelo do local do Leitor de paisagem designado exatamente «Fisgas de Ermelo».

58.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (351)

(Perspetiva I)

59.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (345)

(Perspetiva II)

Foram goradas as nossas expetativas quanto a encontrarmos, por estas paragens, as “nossas” cabras do Alvão. Já passava um pouco das duas e meia da tarde. O sol ardia. Não admira, assim, que os “seus” pastores as tenham recolhido, protegendo-as da canícula. Mas elas tinham, há bem pouco, estado aqui! Pairava no ar o cheiro característico deixado por estes animais e, no solo, estavam espalhados os seus dejetos ainda frescos…


5.- Do Leitor de paisagem «Fisgas de Ermelo» até às Piocas de Baixo

 

Outra vez cajado na mão e mochila às costas, rompemos a pique, durante uns escassos cem metros, por entre um terreno bem cascalhento, irregular, escorregadio e perigoso

60.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (355)

para, por um caminho mais regular, chegarmos às proximidades das margens do rio Olo, ao longo do seu desfiladeiro, depois da sua longa e abrupta queda que são as Fisgas.

 

O nosso trilho não passa pela aldeia do Fojo. Corre-lhe ao lado. Mas, estando nós tão perto, no percurso, da capela de Nossa Senhora do Fojo, não deixámos de subir meia dúzia de metros para a visitar.

61.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (366)

No talude da curva que nos enquadrava no nosso trilho, reparámos neste medronho (Arbutus unedo).

62.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (357)

Comemos 3 ou 4 dos seus frutos maduros. Mas não abusámos. Estavam quentes demais!

 

E continuámos a nossa descida paralela às margens do rio Olo.

 

A paisagem fascinava-nos.

63.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (372)

(Perspetiva I)

64.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (379)

(Perspetiva II)

E o “covão”, início do desfiladeiro, apresenta-se-nos com toda a sua imponência!

65.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (370)

Sensivelmente uma pouco a mais de meio da descida, do nosso lado esquerdo, algo nos reteve a atenção. Parámos. Observámos. Eram, ao cimo, e ainda de longe, as Piocas de Baixo.

 

Fica aqui o registo da perspetiva das mesmas.

66.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (376)

O local por onde passávamos, já em plena baixada, possui um trilho confortável, acompanhado de sombra que os sobreiros (Quercus suber) sobre nós projetava.

67.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (381)

Até que, a determinada altura, nos aparece uma bifurcação e um poste com placas sinalizadoras.

68.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (384)

Neste exato local, tínhamos duas opções: ou seguíamos em frente, em direção à aldeia de Ermelo, nosso ponto de partida, ou então, virando à esquerda, e descendo 400 metros, íamos ter às Piocas de Baixo. No total andávamos, aproximadamente, cerca de mais um quilómetro.

 

Eram 3 horas e pouco minutos da tarde. Decidimos virar à esquerda para descermos até ao leito do rio, ao encontro das Piocas de Baixo.

69.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (385)

No fundo da descida, aparece-nos o rio Olo, em trajeto já um pouco remansoso, coberto de vegetação ripícola.

70.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (392)

(Perspetiva I)

71.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (394)

(Perspetiva II)

Nas Piocas de Baixo o rio Olo inflete 90ᵒ para sul e, o efeito da erosão no leito quartzítico, escavou aqui as designadas “marmitas de gigante”.

71a.- .- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (418)

Vejamos agora 6 perspetivas da cascata principal que cai para a primeira piscina - “pioca” -, conforme nos aproximamos da curvatura de noventa graus para sul.

71a.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (428)

(Perspetiva I)

72a.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (407)

(Perspetiva II)

 

72b.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (406)

(Perspetiva III)

 

 

72c.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (412)

(Perspetiva IV)

74.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (413)

(Perspetiva V)

75.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (416)

(Perspetiva VI)

No cimo das Piocas de Baixo, uma perspetiva da curvatura ou do ângulo de 90ᵒ, em direção ao sul, do rio Olo.

76.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (422)

Sentámo-nos um pouco nos cimo das Piocas de Baixo. Ficámos por alguns momentos absortos, olhando para esta natureza, simultaneamente tão agreste e bela, que nos enchia em absoluto a alma, dando-nos uma enorme acalmia e tranquilidade.

 

O silêncio era quase absoluto. Apenas se ouvia o leve deslizar da pouca água a esvair-se pelo leito, feito de dias tumultuosos, num ano e numa época de seca tão extrema.

 

Aqui, um ser humano como nós, solitário, no meio desta dura beleza, sentiu uma sensação de enorme afago, sentindo-se, outra vez, envolto num seio. Agora, o da mãe natureza.

 

Mas, urgia prosseguir caminho.

 

Antes de nos retirarmos deste local que nos transportou a uma dimensão por nós não imaginável, e não usufruível aqui em alguns dias de verão, quando os banhistas mais afoitos e destemidos se dirigem para este local, deixámos mais um registo da perspetiva parcial das Piocas de Baixo, visto do seu ponto mais alto.

77.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (423)

 

6.- Das Piocas de Baixo até Ermelo

 

Depois de uma sensação tão agradável e repousante, como se estivéssemos no céu, que foi estar nas Piocas de Baixo, voltar, outra vez, ao trilho do nosso percurso, subindo agora, é que foi um verdadeiro calvário. Mas teve de ser.

 

Uma vez encarreirados, seguindo por um bonito e largo caminho, Ermelo parecia-nos a poucos passos.

78.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (434)

Até que, a determinada altura, o largo caminho florestal por onde caminhávamos apresentava uma bifurcação. Procurámos a sinalização, mas não a encontrámos. O único sítio do nosso percurso onde a sinalização falhou!

 

Decidimos seguir em frente. Nossa sorte foi o caminho por onde tínhamos prosseguido, passados uns cem metros, não ter continuidade.

2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (436)

 Voltámos para trás. Não seguimos o caminho florestal da direita porque o mesmo se afastava de Ermelo que, à nossa esquerda, se alcandorava a meia ladeira do monte. Fomos pela esquerda, seguindo o caminho largo, florestal. Cerca de duzentos metros andados, o caminho também não tinha continuidade. E voltámos para trás. Intuímos que, algures neste caminho, haveria alguma bifurcação. Fomos atentos. E, na verdade, no retorno e à nossa esquerda, encontrámos uma vereda onde, ao fundo, encontrámos a sinalização. Cortámos para ela, prosseguindo o trilho oficial das Fisgas de Ermelo. Este foi, quanto a sinalização, o único senão que encontrámos. Há que, com brevidade, sinalizar bem neste local, para não se andar às voltas…

 

Fora isso, tudo depois correu naturalmente. Agora caminhávamos sob o manto protetor das sombras das árvores que bordejavam a nossa vereda, dando-nos frescura.

80.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (441)

O percurso continuava a descer até se cruzar com o rio Olo, na ponte da Abelheira, em madeira, levando-nos para a margem esquerda do rio.

81.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (448)

No leito do rio aparecem-nos blocos reboliços de granito que, ao longo do tempo, foram transportados pela energia da água em movimento.

82.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (447)

 

Daqui até Ermelo temos uma subida razoável, para quem já vem um pouco esgotado. Não pela distância e esforço do percurso, que, na primeira parte, foi significativo para um homem da nossa idade, mas pela agrura do calor solar que se fez sentir praticamente durante toda a caminhada e, na maior parte do tempo, andando em céu aberto, com pouca proteção e sombra das árvores. Os pinheiros, quando acompanhavam o trilho, eram ainda mais fonte emissora de calor do que elemento de frescura.

 

Na aproximação a Ermelo, aparece-nos esta vernacular construção.

83.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (451)

E castanheiros bordejando o caminho, pejando o chão de ouriços já maduros, mas cheios de castanhas anãs.

84.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (452)

Aqui e ali pequenos campos agrícolas e hortinhas.

85.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (454)

Faltava apenas esta rampa

86.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (456)

para chegarmos à rua principal de Ermelo e ao local onde tínhamos, de manhã, iniciado o nosso percurso circular – a Igreja Matriz de Ermelo.

88.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (470)

As ruas da parte mais antiga da aldeia são em paralelo.

 

A lousa é aqui usada não só pela facilidade da sua aquisição, nas proximidades da aldeia, mas também pela sua maior resistência ao gelo.

87.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (458)

Um dos elementos característicos das habitações, principalmente das pessoas mais abastadas da aldeia, é a construção das padieiras e dos cunhais em granito.

 

Todavia o xisto, dada a proximidade da existência e exploração desta pedra, é o elemento dominante das construções da aldeia, embora, já como no início desta reportagem adiantávamos (I Parte), existem muitas outras habitações e construções que fogem ao uso da arquitetura tradicional e dos típicos materiais de construção, descaracterizando a tipicidade construtiva de Ermelo, enquanto algumas das mais vernaculares estão em completa ruína.

89.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (463)

Atravessando a rua principal da aldeia, há a destacar o seu pelourinho, em granito, junto à sede da atual Junta de Freguesia, outrora o edifício da Câmara Municipal, conforme imagem que se exibe.

90.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (465)

Este pelourinho é um marco histórico que representa a autonomia de Ermelo como concelho em 1953 e um dos elementos de beleza arquitetónica da aldeia.

 

Enquanto atravessávamos a rua principal, vislumbrámos, por entre o casario e o arvoredo, na ponta da aldeia, uma modesta capela.

91.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (469)

Dirigimo-nos ao lugar onde tínhamos, de manhã, estacionado a nossa viatura.

 

Arrumámos a mochila e o cajado na mala do carro e tirámos roupa enxuta para mudarmo-nos. Vínhamos alagado em suor.

 

Entrámos no café da aldeia e dirigimo-nos à casa de banho para trocarmos de roupa.

 

Agora enxutos e mais confortados, pedimos uma cerveja fresca.

 

Na mesa onde nos sentámos, pegámos no nosso telemóvel para conferir, de acordo com o nosso app S Health, quantos quilómetros tínhamos andado e em quanto tempo. Dos seus registos extraímos:

92.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo(A1)

17,09 Km percorridos em 5 horas e 15 minutos, num total (contando as paragens) de 7 horas e 12 minutos.

 

Mostra-se agora a velocidade e a elevação

93.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (B)

Meia dúzia de homens, na esplanada do café, entretinham-se a beber cerveja ou um copo de vinho, em amena cavaqueira.

 

Pelos vistos, esta gente já está acostumada a estranhos por estas paragens. A menos que puxemos por eles, dando dois dedos de conversa, passamos por eles sem que se preocupem pelo forasteiro. Já devem estar habituados a estes andarilhos!

 

Saímos do café, levando uma garrafa de água fresca, dando as boas tardes a todos.

 

Metemo-nos no automóvel, acabando por atravessar toda a aldeia.

 

No seu final, esta capelinha, a mesma que tínhamos visto das proximidades da Igreja Paroquial, deu-nos o “adeus” a Ermelo.

94.- 2017.- (PR3MB) - Fisgas de Ermelo (472)

E seguimos, via Vila Real, em direção a Chaves.

 

Tínhamos cumprido um desejo, há muito acalentado – fazer o percurso do Trilho das Fisgas de Ermelo -. Sozinho. Solitário. Em profundo silêncio e plena comunhão com a mãe natureza. Uma natureza rude, amiga e solidária…

 

Deixamos às (aos) nossas(os) leitoras(es) o Mapa do percurso da autoria do nosso já amplamente citado Hugo Mourão.

95.- PR3 MB - Fisgas de Ermelo (Proposta de Paragens)

A estrutura da nossa reportagem estribou-se, grosso modo, nos Leitores de paisagem que fomos encontrando pelo trilho. Hugo Mourão estrutura o percurso em «Paragens».

 

Assim, para a 1ª Paragem, o seu elemento de referência é a aldeia de Ermelo; para a , é a ribeira de Fervença; para a , o Leitor de paisagem «Lombo do Bulhão»; para a , o Leitor de paisagem «Alto da Cabeça Grande»; para a , as Piocas de Cima, Varzigueto e a margem direita do rio Olo; para a , não refere o 3º Leitor de paisagemCancela do Miradouro») e vai logo para o 4º - «Fisgas de Ermelo»; para a , as Piocas de Baixo, embora não estejam assinaladas no respetivo Mapa supra e, finalmente, para a, a ponte de Abelheira sobre o rio Olo e a subida a Ermelo.

 

Como se pode ver, não é substancialmente diferente da estrutura por nós adotada nos nossos dois post/reportagem.

 

Para finalizar esta nossa reportagem, deixamos aqui à visualização das (os) nossas (os) leitoras (es) três vídeos: o primeiro, do blogue Vales Errantes, de Anselmo Cardal, que nos mostra o PR3 Fisgas de Ermelo, em dias de mais água e em que as cabras do Alvão dão a cara [Podem também ver, em MaisPortugal, no sítio https://www.youtube.com/watch?v=hPhXBa0Co1M]; o segundo, do 360portugal, que nos mostra uma vista aérea das Fisgas  [Podem também ver, de Uma volta por aí – Fisgas de Ermelo from the Sky -, no sítio https://www.youtube.com/watch?v=I74-kEal5dc]; o terceiro, que nos mostra as Piocas de Cima e, finalmente, o quarto, as Piocas de Baixo .

 

PR3 FISGAS DE ERMELO

 

- O PERCURSO –

 


- AS FISGAS DE ERMELO VISTAS DO AR –

 


- AS PIOCAS DE CIMA –

 

- AS PIOCAS DE BAIXO -

 


publicado por andanhos às 09:00
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