Terça-feira, 29 de Agosto de 2017

Por terras da Ibéria:- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca (Ida e volta) - II Parte

 

 

POR TERRAS DA IBÉRIA


CAMINHADA - DO PORTO DE SANABROA A PEÑA TREVINCA (IDA E VOLTA)


II PARTE

AO ENCONTRO DA NASCENTE DO RIO XARES, POR ENTRE OS “MONTES MEL”


“O céu a flutuar e o rio a correr, o mato a eriçar-se e a terra também!
Tudo lindo, tudo misterioso e mágico!”

(Herman Hesse, «Liddartha»)


“Y siempre recuerdo, cuando hago esta maravillosa subida a Peña Trevinca,
las palavras de un amigo médico cazador, ya falecido,
que adorava los montes de Porto y repetía que solo allí puedes disfrutar de las tres esses:
el sol, la soledad e el silencio”.

(Blog «Reflexiones de un médico - Subida a Peña Trevinca»,
de 19.julho.2013, do clínico González Moure)

 

00.- Peña Trevica 2ª parte (1)

 (Foto de Jose Antonio Pascual)


1.- Introdução

 

Atravessada a Calle Cancela, em aproximadamente 8 Km, e chegados à Vega de Valdetiendas, começa verdadeiramente a nossa subida até ao cume de Peña Trevinca, atravessando parte do maciço que lhe leva o mesmo nome.

 

Antes, porém de entrarmos na reportagem deste percurso, gostaríamos de falar um pouco sobre o Maciço de Peña Trevinca.

 

Por uma feliz coincidência, fomos encontrar, no dia 23 de agosto passado, no sítio da internet - https://slideshare.net/monadela/trevinca - uma apresentação, com data de novembro de 2016, da autoria de Adela Leiro e Mondaporta, que, numa leitura atenta, ficámos a gostar.

 

Extraímos todos os «slides» da apresentação e montámos, no Pinnacle Studio 15, com música do album «Camiños da fin da terra», do LUAR NA LUBRE.

O trabalho encontra-se dividido em 10 partes, a saber:


orografia e orogenia do Maciço (de Peña Trevinca)

- Serras:
* Eixe,
* Mina,
* Cabreira,
* Calva,
* Segundeira;
- Glaciarismo deu origem a zonas húmidas a mais de 1 600 metros de altitude:
* Lago de Sanabria,
* Lagoa dos Peixes,
* Lagoa das ´Rguas ou de Murias,
* Lagoas dos Currais,
* Lagoa de Serpe,
* Lagoa de Ocelo,
* Lagoa de Laceira,
* Lagoa do Penedo,
* Lagoa da Moza,
* Lagoa do Burrico,
* Lagoa Longa,
* Lagoa a Baña;

Bacia Hidrográfica:
* rio Bibei,
* rio Xares,
* rio da Canda,
* rio Casaio ou Casoio,
* rio Cabrera,
* rio Tera;
Clima;
Habitats;
Flora;
Fauna:
* aves,
* répteis,
* anfíbios,
* peixes,
* invertebrados;
Atividades;
História - Património Cultural
Espaços Protegidos
Problemas e, finalmente
Pontos de interesse.

O Maciço de Peña Trevinca abrange os seguintes concelhos:
- Na província de Ourense:
* Carballeda de Valdeorras,
* A Veiga,
* Viana do Bolo;
- Na província de León:
* Encinedo,
* Benuza,
* Truchas;
- Na província de Zamora:
* Porto,
* Pías,
* Lubián,
* Hermisende,
* Trefacio,
* Requejo,
* Galende,
* Cobreros,
* San Justo,
* Rosinos de la Requejada.

Apresentamo-lo, de seguida, pois vale a pena “perder” vinte e tal minutos a visioná-lo e ficarmos a conhecer um dos lugares mais espetaculares das província de Ourense (Galiza) e de Zamora e León (León).

 

O MACIÇO DE TREVINCA

 

 


2.- Percurso

Não cabe aqui um relato completo do que foram mais de cinco horas e meia que levámos desde o Porto de Sanabria até ao cume de Peña Trevinca.

 

É, contudo, de inteira justiça, aqui dar uma agradecimento não só ao nosso guia "oficial" - Urkito Peña Trevinca (Urko Díaz) - e, de um modo particular, ao Alfonso Granja Bruña. O primeiro orientou-nos, seguro, no caminho até "à cumbre" de Peña Trevinca; o segundo, Alfonso, profundo conhecedor destes lugares, foi para nós um livro aberto, propiciando-nos uma verdadeira aula de geografia, de fauna e flora, em plena natureza.

 

Mas, o que particularmente mais nos sensibilizou foram as histórias de vida que Alfonso nos contou destas gentes rijas da alta montanha sanabresa.

 

Saídos do Porto de Sanabria pela Calle Cancela, por um caminho, ora de cimento, ora de terra batida, ao longo do vale e do leito do rio Bibei, chegámos aovale ou Vega de Valedetiendas e, ultrapassado, definitivamente, o rio Bibei, na ponte Moncoubo, na serra Calva, em Puerto de la Cruz, começámos, agora sim, a bem subir, por entre pastagens, mato e giestal denso, rodeando Montouto, à esquerda, e passando por El Pelgo, do lado esquerdo, e La Fregina e Las Infantas, do lado direito, atravessando o Regato de Surbia.


Enquanto rodeávamos Montauto, deparámo-nos, mais ao cimo, uma pequena manada de cavalos selvagens.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (133)

E a nossa subida continuou, passando pela base da serra Segundeira.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (134)

Feita uma pausa técnica para descansar um pouco e abastecermo-nos de água, num dos regatos que vai desaguar no Bibei, mais abaixo, continuámos a nossa ascenção.

 

A determinada altura, Alfonso chama-nos a atenção para uma pequena cabana, do nosso lado direito, na serra Segundeira.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (135)

Uma pequena pausa, seguida de uma verdadeira aula sobre o que, nas primeiras décadas do século passado, era a vida transumante.

 

Seu pai, nas "agostadas", nos meses de verão, ano sim, ano não, passava ali longos meses, sem descer ao povo de Porto, simplesmente acompanhado com um único companheiro e com o gado (que era de toda a povoação do povo do Porto), junatmente com as cadelas e os cães lobeiros. Vida dura aquela!... Quando Alfonso nasceu, diz, seu pai só o conheceu 3 meses depois... Encontrava-se por estas paragens, dialogando praticamente a sós com esta natureza solitária e as crias que o acompanhavam. Quando os estremenhos vinham para aqui, pela "Cañada Real del Oeste", com o seu gado, ao outro ano, já ninguém mais os via ou enxergava, tal era o medo que eles tinham, não tanto pelas agruras do clima, mas pelos lobos!

 

Estas paragens foram também coito ou refúgio dos "fugidos" (vermelhos) da Guerra Civil espanhola.

 

Entretanto, Pablo aproveita, nestas terras cobertas de erva curta - que o clima não deixa crescer mais - e muita urze, para tirar fotos ao entorno e ao seu neto Xosé Fernández.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (137)

Mas não se pode demorar muito: há ainda muito que andar!

 

A certa altura, mais uma pequena paragem para trocarmos impressões com três companheiros do Porto de Sanabria, um pouco mais madrugadores que nós, que, uma vez chegados ao cume de Peña Trevinca, faziam o percurso de volta.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (141)

A natureza, pouco a pouco, começa a engalanar-se de cor e cheiro, sob a "sombra protetora" dos montes da serra Segundeira, à direita, e a serra Calva, à nossoa esquerda.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (143)

Alfonso, pegando no seu cajado, mostra-nos uma aranha típica destes lugares.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (144)

E, mais uma vez, a nossa ascenção continua,

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (147)

até que, perto de um giestal piorneiro, da serra Calva, nos contrafortes de Montouto, em El Plego, mais uma manada de vacas, em plena pastagem.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (152)

Do nosso lado direito, nas alturas de Las Infantas, da serra Segundeira, ao longe, um "Falco tinunnculus", "cernícalo vulgar" ou, como por cá se diz, peneireiro, explica-nos o expert na matéria, Pablo Serrano.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (155)

Ultrapassada a manada de vacas a pastar, sempre em ascenção, Pablo para para nos chamar a atenção para a enorme resistência deste "Vaccinium corymbosum", a que os galegos chamam "arandano azul" (e em Portugal, mirtilo selvagem), para sobreviver entre fragas!

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (157)

E, um pouco mais adiante, Alfonso chama-nos a atenção para um tipo de feto, entre giestas e fragas, que apenas se dá por estes lugares. Pablo aproveita para lhe tirar uma foto.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (158)

Nestas imediações, o grupo espalha-se para ir à cata do fruto dos mirtilos selvagens.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (159)

Eis, aqui, o "guloso" Pablo comendo e saboreando estes frutos selvagens!

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (159a)

Após esta ligeira refeição de frutos selvagens, continuámos a nossa caminhada, rodeados pelos contrafortes da serra Calva, à nossa esquerda, e da Segundeira, à nossa direita, num solo apenas pejado de erva curta, giesta piorneira, baixa, e muita urze florida, formando um conjunto de montes a que acabámos por lhes chamar os "Montes Mel", tal o odor a mel que exalam e deixam no ar, ao ponto de termos a sensação de que estamos imersos num enorme boião de mel!

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (164)

No cimo de mais um cocuruto, olhando para trás, e à nossa direita, eis a visão da manada que, minutos antes, tínhamos ultrapassado.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (167)

Uns metros mais acima, à nossa direita, um aspeto da serra Segundeira.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (171)

Aqui parámos uns breves minutos para observar este lugar.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (178)

Magnífica serra, com o seu Alto Moncalvo!

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (180)

Urko aproveitou esta paragem para nos dizer que, no sopé daquele Alto, é a nascente do rio Bibei.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (181)

Continuámos a nossa caminhada pelos "Montes Mel",

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (185)

por entre Portilla de Pelgo, à direita, e, infletindo, por entre espesso giestal denso, entremeado por pastagens de montanha, para noroeste,

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (190)

em direção ao Alto de Turrieiro e até às proximidades de Chozos do Escavadoiro, visto numa perspetiva

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (192)

e noutra,

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (195)

com Caneiros da Presa, à direita, ao encontro do curso alto do rio Xares,

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (198)

sempre por entre giestal e muitas urzes.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (201)

Junto a um pequeno cocuruto, atravessámos o rio Xares e, aqui, perto de uma pequena queda de água ("fervenza"), fizemos uma pausa mais demorada para descansarmos e almoçarmos.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (203)

Urko e Alfonso aproveitaram a ocasião para, descalçando-se, obedecerem a um velho ritual na ultrapassagem dest pequeno riacho - molharem os pés nesta água fresca e límpida.


O rio Xares, variante da palavra Sales, quer dizer rio que corre entre prados. Xares desagua no rio Bibei, no Larouco galego.


Aqui fica um aspeto do seu curso alto quando nos aproximamos dos picos mais altos do Maciço de Trevinca, ainda com água.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (204)

Comidos e deitados ao sol do meio dia, sem sombra alguma, porque o lugar, e tudo à volta, desprovido de arbustos, nossos olhos contemplam, admirados, os "Montes Mel" que nos rodeiam.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (211)

Como dissemos na primeira parte desta reportagem, aqui, o Antonio, o sanabrês, por compromissos assumidos para aquele fim de tarde e noite, tomou o caminho de volta.

 

Agora, seguindo o curso do aqui pequeno rio Xares, Alfonso chamou-nos atenção para as inúmeras turfeiras que por aqui se encontram.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (224)

Do lado dos montes da serra Calva, à nossa esquerda, grandes extensões de "santillanas", cuja raiz tem efeitos medicinais e que substituem as industriais aspiranas para a dor de cabeça.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (212)

E nossos olhos se enchem de alegria quando, ao longe, com certa nitidez, vislumbramos os dois grandes picos do Maciço de Trevinca - Peña Negra, à esquerda, e Peña Trevinca, à direita.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (225)

Agora já não havia pressas. Era mais tempo para contemplação. Ao lado do rio Xares, e ao pé de mais uma turfeira, era tempo para fazer mais uma pausa e abastecermo-nos de água, olhando para trás, observando a paisagem por que tínhamos passado.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (228)

(Pablo e Alfonso)

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (229)

(Urko Díaz e Xosé Fernádez)


E, cada vez mais, nos estávamos aproximando do nosso objetivo.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (231)

Num pequeno charco de água do rio Xares, Alfonso, mais uma vez, nos chama a atenção para uma pequena rã, animal cuja espécie é endémica destes lugares, e que não cresce mais do que o tamanho que se vê.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (233)

Trini aproveita para a espantar e, mais uma vez, das dezenas que fez ao longo da nossa caminhada, tomar a sua "banhoca". Trini é uma legítima descendente daquelas cadelas "de carea", que tão sabiamente conduziam os rebanhos. uma cadela ativa, ágil, incansável, disciplinada e obediente, sempre atenta e à espera das ordens do seu dono.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (234)

Vale a pena acessar este link Nómadas - da autoria de Marcos Antón - um pequeno texto que nos dá uma panorâmica precisa da transumância destes lugares e dos seus cães pastores.

 

E continuámos a subir, por entre os "Montes Mel", ao longo do curso do rio Xares, pelo "Vale de los tres Picos".

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (236)

E, perante esta magnífica "paisagem de mel", feita a muito custo, tal qual o laborioso e persistente trabalho das abelhas, Pablo Serrano faz mais uma pausa para observar e seu nariz inalar todo aquele cherinho a mel!

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (237)

À nossa frente, na margem do rio Xares, aqui já praticamente seco, Urko, Xosé e Alfonso trepam.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (238)

Nós, os mais velhos, qual velhas raposas, não aguentando a passada dos dianteiros mais jovens, fizemos uma pequena pausa... para captarmos a paisagem, sempre idêntica e renovada, que deixávamos para trás.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (239)

Ao lado do leito, agora já conpletamente seco, do Xares, caminhamos agora, mais pausadamente, por entre os "Montes Mel" de O Gancianal, à nossa direita, apenas com o céu e as nuvens como única linha do horizonte.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (240)

Mas, numa curva do leito asgora seco do Xares, eis, cada vez mais perto de nós, os célebres picos do Maciço de Trevinca.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (242)

E, finalmente, chegámos à nascente do rio Xares, em plena serra do Eixe, na altitude aproximada de 2 038 metros. Do nosso lado esquerdo, no sentido da nossa caminhada, apresenta-se a A Valigota e o cume do Lomo Renán.

 

Aqui, como não podia deixar de ser, tirámos a fotografia da praxe.

2017.- Caminhada Porto de Sanábria-Peña Trevinca-Porto de Sanábria (244)

Aqui fica aos leitores, traçado a linha vermelha no mapa, o nosso percurso, com o respetivo ponte de partida, em Vega de Valdetiendas; paragem, nas margem do rio Xares para almoço e nascente do Xares, com círculos em verde.

II Parte da Caminhada Porto-Peña Trvinca

[Mapa do Centro Nacional de Informação Geográfica espanhol (CNIG), Instituto Geográfico Nacional (IGN)]

- folha mtn25_epgs25829_0229-3.jpg -

47.- Peña Trevica 2ª parte (2)

(Foto de Jose Antonio Pascual)


publicado por andanhos às 19:27
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