Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Gallaecia:- Pelos Caminhos de Santiago na Galiza - Caminho Francês - Viagem de Chaves a O Cebreiro

 

 

De Chaves ao Cebreiro com passagem em Piedrafita do Cebreiro (*)

 

16. Dezembro. 2008

 

De Chaves a Verín

 

(...) De acordo com o combinado, lá partimos para cidade espanhola de Verín. Estava um frio de rachar, típico da região, com os campos cobertos dum manto branco que brilhava ao luar. As estradas estavam envidraçadas e as placas de gelo estalavam, partindo-se sob as nossas botas.

 

Rapidamente atravessamos os 25 quilómetros que separam as duas cidades, através dos pequenos povoados de Vila Verde da Raia, Feces de Abaixo, Tamaguelos e, por fim, Verín.

 

Quando descemos dos carros despedimo-nos das motoristas, que partiram de regresso.

 

Era o momento ideal para reagruparmos a equipa e saudarmo-nos um a um – a Ana Isabel, o António, o Tó Quim, o Rui e eu (Emídio). A equipa estava apresentada. O moral era muito alto.

 

Aguardamos cerca de 20 minutos pela chegada do autocarro na estação rodoviária. É um velho, sujo e degradado edifício, com papéis e latas abandonadas por quanto é canto. Aparentemente, as paredes nunca tinham visto pintura. E os urinóis e os recantos tresandavam a cheiro de urina. Ainda entrei no bar de apoio, mas saí de imediato. A falta de higiene e o cheiro eram mesmo desagradáveis.

 

Neve até Benavente

 

Às 9:15 horas o autocarro arrancou, mas sem termos a certeza de conseguirmos chegar a Benavente, que era o destino da primeira parte da viagem.

 

Rapidamente saímos de Verín e entrámos na A-52, a Autovia das Rias Baixas, que atravessa todo o conjunto de montanhas pertencentes a Puebla de Sanabria, a norte, com a Serra Segundera e a da Cabrera Baja, onde se avista ao longe a Peña Trevinca, com 2124 m e a sul, a Serra da Gamoneda e a da Culebra, avistando-se a Peña Mira, com 1243 m. À medida que íamos avançando para o interior da montanha tudo estava coberto de neve, vendo-se nos pontos mais altos dezenas de torres eólicas. Era como se tivéssemos entrado no cenário surreal dum filme. O sol ao brilhar no horizonte amplificava o nosso campo de visão pela sua pureza. Foi o momento de dispararmos fotos perante tanta imensidão.

 

 

Este cenário prolongou-se por 165 quilómetros. No autocarro seguíamos só nós cinco e uma idosa, que se manteve permanentemente calada. Para além do motor da camioneta, só o Rui e o António gastaram todo o tempo a falar com o motorista. Ficaram a saber toda a sua vida desde pequenino até aos tempos atuais.

 

O rádio do autocarro, em altos berros, tocava um chorrilho de músicas andaluzas, monotonamente desinteressantes, das quais não sou particularmente aficionado.

 

Após as montanhas, seguiu-se um longo e monótono planalto com uma paisagem agradável, mas monocórdica. Do lado sul, a perder de vista, campos de arbustos bravios rasteiros, e do lado norte, uma extensa fila de montanhas com os cumes brancos de neve, paralela à estrada, mas a muitos quilómetros de distância. Não se avistava nenhuma povoação.

 

Por fim, Benavente.

 

É uma cidade sem nada de relevante, embora apresente uma zona nova pequena e bem desenhada. Porque tínhamos bastante tempo de espera, percorremos lentamente as suas ruas vendo lojas e montras. Por três vezes a Ana Isabel e o António entraram em oculistas para comprar dois pares de óculos de sol para a neve. Com óculos de sol, a Ana Isabel fica ainda mais bonita.

 

Após um almoço frugal, de hamburger com batata frita e ovo estrelado, de muito má qualidade, voltamos à estação de camionagem. O autocarro que fazia escala em Benavente chegou atrasado mais de meia hora, permitindo que o Rui e o António inventassem a mentira de que não teríamos transporte devido à neve na estrada e, em consequência disso, teríamos de regressar a Portugal. Entre nós os três instalou-se uma tristeza, que foi de curta duração, pois logo vimos chegar o autocarro que nos iria transportar até Piedrafita do Cebreiro.

 

Em direção às neves eternas

 

O autocarro vinha quase cheio e ficou completo com as nossas entradas. Logo que nos sentamos nos únicos lugares vagos, partiu imediatamente, dirigindo-se à A-6, que é a Autovia do Noroeste. À nossa frente estendia-se um extenso planalto, à cota aproximada de 750 m, durante muitas dezenas de quilómetros. As montanhas, ao fundo, anunciavam muita neve, com os seus picos e dorsos totalmente cobertos de branco. Após uma breve paragem em Bañeza, para reabastecimento e rendição do motorista, voltámos a A-6. Em Astorga, quando passamos pelo Palácio Episcopal, de Antoni Gaudí,

 

 

parece que entramos num livro de Walt Disney, pela geometria das pedras, a forma alta e pontiaguda dos pináculos dos torreões, o declive forte dos telhados e a subtileza do desenho, que fazem da obra deste mestre arquiteto um verdadeiro conto de fadas.

 

A partir desta cidade a neve nunca mais nos deixou, chegando a atingir alturas consideráveis e obrigando os veículos limpa-neve a um trabalho frenético de limpeza. Logo à saída de Astorga, a autovia empina fortemente pelos Montes de León, tendo à esquerda a Serra do Teleno, com 2188 m. A estrada atinge rapidamente o declive forte entre as cotas de 850 m a 1230 m para depois voltar a descer para os 520 m em Ponferrada. Dos arredores desta cidade avistava-se o imponente pico da Guiana, com 1848 m, que mais parece um seu guarda.

 

A seguir a Vilafranca del Bierzo as coisas complicaram-se fortemente. Os depósitos de neve na estrada adensavam-se mais e tomaram proporções que exigiram cuidados redobrados, obrigando numa altura a que o autocarro tivesse que sair da autovia e fazer um desvio de passagem por um posto de abastecimento de combustíveis. Aí a neve batia forte na parte inferior do veículo, limitando fortemente a aderência. Os passageiros apresentavam um certo nervosismo. Ao longe, viam-se as Cordilheiras Cantábricas, como se fossem um imenso e intransponível muro branco à nossa frente.

 

A partir de determinada altura, o sol escondeu-se, e fomos engolidos num espesso manto de nevoeiro que nos condicionava a visão e a velocidade. Fez-se precocemente noite, acinzentada e escura, que nos acompanhou durante muitos quilómetros.

 

Começou então a grande subida. Lentamente fomos passando da cota dos 480 m à de 750 m e, num ápice, o nevoeiro dissipou-se por completo. Continuamos a subir de tal modo que começamos a ter a sensação que estávamos a planar na imensidão do nada, cercados pelos picos do Courel,a sul, e dos Ancares, a norte, carregados de branco e suspensos em vales profundos. À passagem sobre o último viaduto, a visão era impressionante. A sensação era como se estivéssemos a balouçar a uma altura de 124 m, com todo aquele azul profundo do céu, o sol irradiando brilhos cristalinos nas pepitas de gelo, naquela altura imensa e com a estrada esticando-se preguiçosa e lentamente em equilíbrio instável, como uma linha preta finíssima flutuando sobre as nuvens. Estávamos rodeados de picos impressionantes - a Señora de la Peña Redonda, com 1302 m, o Pajaro, com 1598 m, o Puerto El Buey, com 1061 m, do lado do Courel, e o Gistreo, com 2006 m, o Catoute, com 2117 m, o Miravalles, com 1970 m e a Peña Rubia, 2214 m, do lado dos Ancares.

 

Tínhamos passado o quilómetro 175 e, após uma curva, surgiu-nos à direita, vindo do nada, uma via secundária com um declive superior a 10% para, logo de seguida, entrarmos em Piedrafita do Cebreiro, à cota de 1109 m.

 

Estávamos por nossa conta e risco

 

Perante o espanto total dos restantes ocupantes, só nós os cinco saímos do autocarro. Relutante, o motorista veio retirar o nosso material da caixa de carga e voltou a correr para dentro do autocarro e, com medo do frio, pôs-se rapidamente em marcha. Quando voltámos a olhar à nossa volta, só vimos o fumo cinzento do escape a fugir a grande velocidade.

 

Estávamos felizes porque tínhamos chegado. No entanto, ficamos apreensivos, porque as ruas estavam vazias e a neve encontrava-se apinhada em ambos os lados dos passeios. O frio era de cortar à faca e a temperatura devia rondar os - 2º C, com uma brisa nada agradável que tolhia os músculos da cara.

 

A meio de uma pequena ruela encontrava-se aberto um micromercado, onde entramos para comprar fruta e água. Mais à frente, estava a funcionar um café/bar. Lá dentro encontravam-se uma meia dúzia de pessoas que fumavam furiosamente para aquecer as entranhas. Ganhamos ânimo bebendo uma saborosa cerveja e aproveitamos o local para nos ataviarmos decentemente de modo a enfrentarmos a grande escalada do fim do dia.

Perguntámos como estaria o estado do tempo e das estradas até a’O Cebreiro. As notícias não eram nada agradáveis. N’O Cebreiro havia muita neve, fazia muito frio e a única hipótese seria seguir pela estrada LU-633 até ao cimo da montanha.

 

Caminho a pé até a’O Cebreiro pela estrada LU-633

 

Pusemos pés ao caminho. A partir de agora, estávamos por nossa conta e risco.

 

Bem agasalhados e albardados, entrámos na estrada, onde a neve se acumulava nas bermas a grande altura. Logo de início, parecíamos crianças a brincar, fazendo bolas de neve que jogávamos no corpo uns dos outros.

 

Depois daquela breve pausa para o recreio, fizemo-nos definitivamente à estrada asfaltada com uma forte pendente que, em alguns casos, era superior a 9 % . E, sofregamente, galgamos alguns quilómetros. À medida que íamos subindo a neve acumulada era de maiores proporções e poucos automóveis se cruzaram connosco durante todo o percurso.

 

 

Os que por nós passavam eram, na maior parte, com tração integral (4x4).

 

O Rui e o Tó Quim – os mais bem preparados fisicamente – foram para a frente a marcar o ritmo; de seguida, vinha eu e, um pouco mais atrás, a Ana Isabel e o António,

 

 

que foram perdendo ligação connosco. A povoação de Piedrafita do Cebreiro, à medida que íamos subindo, ficava cada vez mais a nossos pés, transformando as casas em minúsculos pontos cravados no vale com as luzes a começarem a acender-se. Parecia um presépio!...

 

Ao fim da primeira hora, atingimos a meia encosta, eram perto das 17:40 horas (hora espanhola), altura em que o sol se começou a pôr no horizonte.

 

 

Era um grande disco laranja e acinzentado, muito ténue, que lentamente se foi embrulhando na bruma. Foi um momento muito curto mas de um espetáculo inesquecível ao ver o reflexo suave da luz no fim da tarde a lamber as copas das árvores, a atravessar os vales de os Ancares

 

 

a algumas centenas de metros abaixo. Tudo à nossa volta estava num branco leitoso. Paramos a contemplar... Ali não havia uma brisa sequer. E a vista perdia-se no horizonte para o lado norte e noroeste. Do lado sul, a única visão era a montanha coberta de neve.

 

Duma nuvem singular, flutuando sobre o lado norte, desciam distintos raios alaranjados que penteavam o meu cabelo e me estavam a cumprimentar no final da tarde. Tinha percebido a mensagem. Bastou-me um sorriso e um aceno...

 

Mas, no Inverno, todos os fins de tarde nas montanhas são breves e, rapidamente, se faz um escuro de breu.

 

Ainda com os últimos lampejos de luz natural,

 

 

atacamos novamente a subida com mais energia. Teríamos de ser rápidos, porque as lanternas de testa estavam guardadas nas mochilas e, à medida que íamos subindo, fomos envolvidos por um forte nevoeiro que transportava uma chuva miudinha associada que nos molhava a «alma» e nos enregelava o ímpeto.

 

A Ana Isabel e o António seguiam já a muita distância de nós. Decidimos rapidamente que o Rui ficaria à espera deles junto ao marco altimétrico d’O Cebreiro – altitude 1300m -

 

 

e eu seguiria com o Tó Quim para o albergue.

 

 (Cruzeiro d'O Cebreiro)

 

A escuridão era intensa e, à medida que avançávamos, a chuva tornava-se mais intensa e a visão praticamente nula. Ao longe, distinguiam-se os «pirilampos» azulados dos veículos limpa-neve. À chegada ao cimo da montanha, a estrada estava cortada e não conseguíamos ver como conseguiríamos entrar para a aldeia ou onde ficava sequer o albergue. Eu e o Tó Quim procurámos estar mais juntos um do outro, de modo a não perdermos a ligação entre nós. Apurámos o olhar tanto quanto possível e fomos avançando até que, ao longe, do lado esquerdo, vimos uma luz muito fraca que parecia sair de janelas dispostas em fila.

 

Subimos a escada que rodeava o edifício e, no cimo, reparámos que havia pessoas lá dentro. Batemos à janela e, quando nos viram, fizeram sinal para entrarmos. Tínhamos chegado ao tão desejado albergue!

 

Lá dentro estavam um casal de holandeses, que se mantiveram a caminhar connosco até Santiago, embora independentemente, um austríaco e um francês, que caminhavam em sentido contrário, rumo a Roncesvalles.

 

Cerca de quinze minutos depois chegaram os nossos companheiros de jornada – o Rui, a Ana Isabel e António.

 

Vínhamos cansados e suados. E nada como um bom banho quente - tão desejado. Entretanto a fome apertava tanto que fazia com que o jantar não nos saísse da cabeça.

 

Em busca de alimentos na aldeia vazia e coberta de neve

 

Após fazermos a nossa higiene, e instalarmos o material, eu, o Rui e o António, os três «velhos» do grupo, partimos em direção ao centro da povoação, em busca de alimentos. Segundo indicação dos holandeses, haveríamos de lá encontrar um bar com bebidas e comida. Não havia luz, só as nossas lanternas de testa alumiavam os trilhos. A neve acumulava-se de tal forma que o Bófia teve de pegar numa pá, ali à mão, e desimpedir o caminho à entrada da porta do albergue. Tínhamos, como referenciais, ténues luzes dependuradas em candeeiros, a grande distância umas das outras, que pareciam engolidas na penumbra. Seguimos na sua direção. O vento soprava forte e, à medida que se pisava a neve, esta transformava-se em gelo, tornando-se dura, escorregadia e quebradiça. Se púnhamos os pés ou os bastões alguns centímetros fora do trilho era queda pela certa. Acho que todos recebemos esse batismo...

 

Deambulamos erraticamente pela aldeia, para a frente e para trás, e não encontramos vivalma. Dos 73 habitantes registados, nem sequer se via ou se ouvia vivalma.

 

O Cebreiro é uma aldeia que fica na via romana de acesso à Galiza, colocada entre as serras de Ancares e do Courel. A etimologia do seu nome vem do árabe «Munt Febrayr», que posteriormente caiu para «Mons Februari» (Codex Calixtinus), «Zebruaril» e «Zeberrium».

 

 Esta aldeia, que pertence ao maciço galaico-leonês, estava completamente envolta em neblina e, todo este seu aspeto, nos transportava até à época medieval, com a sua velha tradição hospitaleira, dos monges de Aurillac da Ordem de Cluny, que aqui se instalaram, a coberto do rei D. Afonso VI. No Inverno, quando o clima era adverso – como neste dia – os monges faziam soar fortemente um chocalho e erguiam tochas, de modo a orientar os peregrinos encosta acima.

 

Para além de local de acolhimento no cimo da montanha, a esta povoação anda associado o milagre do cálice sagrado, ocorrido no século XIII. Em 1486, os Reis Católicos ofereceram um relicário, onde estão guardados o cálice e o prato do milagre, que se encontra da igreja de Santa Maria A Real.

 

(Exterior da Igreja de Santa Maria A Real d'O Cebreiro - Pré-românica do século IX )
(Interior da Igreja onde se conserva o relicário)
(O cálice e a patena)
(A Virgem românica, do século XII, vista de frente)
(Pormenor da cabeça da Virgem e do Menino)
 

 

Estes dois artefactos fazem parte do Catálogo de Arte Românica Europeia.

 

O Cebreiro, e tudo quanto a ele se refere, serviu de inspiração a Richard Wagner para escrever a ópera Parsival.

 

O cenário em que estávamos parecia irreal e, depois de muito procurar, demos com a Casa Carolo, que é um ex-líbris d’O Cebreiro. Lá dentro estavam os donos e dois forasteiros a beber umas cervejas. Como a lareira estava acesa e o ambiente era quente, aproveitámos para beber umas cervejolas e compramos uns «bocadillos», com recheio misto, e uns refrescos para os jovens. Aproveitámos para tirar umas fotos de circunstância e num assomo de génio, para enquadramento da foto, o António recuou, recuou, recuou até que pisou o pastor alemão, pertença do dono da casa. Foi, de imediato, ferrado, ficando com uma marca na perna. Nada de grave. Só susto. E muito riso da nossa parte...

 

Por entre tropeções e escorregadelas, voltamos ao albergue. A camada de gelo que se estava a formar comprometia imenso a progressão e o tempo piorara ainda mais com o vento a soprar mais forte, fazendo baixar a temperatura. Numa curva, quase à entrada do albergue, escorreguei no gelo envidraçado e cai sobre a neve, ficando quase submergido.

 

Fomos recebidos em apoteose pela Ana Isabel e pelo Tó Quim. Comemos e bebemos tudo o que havia, inclusive o que nos foi oferecido pelos outros peregrinos, resultante das suas sobras do jantar. Por fim, brindamos com um Vinho Fino do Douro que o António trazia num cantil. Foi um lenitivo para o sono.

 

De volta à camarata, deitei-me sobre o meu beliche, procurando a posição mais confortável.

 

Adormeci a pensar no que tinha lido sobre o misticismo d’O Cebreiro.

 

(*) Reproduzimos do texto do amigo Emídio Almeida, com uma ou outra alteração, de pouca monta, o essencial do seu relato do Caminho. Tudo quanto se refere às suas considerações iniciais; a preparação para o Caminho; a vinda de Lisboa para o Porto; a sua estada no Porto; a viagem de autocarro do Porto para Chaves; a sua chegada a Chaves e a sua estadia, em Chaves, em casa do amigo Rui, pode ser lida no sítio da internet já citado no post anterior/Prólogo do Caminho, neste bolg.

 

 

 

 

 

Texto - Emídio Almeida (adaptado)

Fotografia - António de Souza e Silva

 

Deixamos agora, para visionamento do(a) leitor(a), um singelo filme/diaporama desta viagem de Chaves a Pedrafita do Cebreiro, de autocarro, e a pé, de Pedrafita do Cebreiro até a'O Cebreiro.

 

[Nota:- Para ouvir o diaporama, aconselha-se a tirar o som ao rádio, no canto superior esquerdo do blog].

 


publicado por andanhos às 18:57
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