Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2016

Ao acaso... Pela EN nº 2 num domingo de inverno solarengo

 

AO ACASO...

 

PELA ESTRADA NACIONAL Nº 2 NUM DOMINGO DE INVERNO SOLARENGO

 

Ontem tivemos uma manha bem passada com a boa companhia dos nossos amigos Lumbudus, do outro lado da raia, e a bonita diversão dos «cigarróns», percorrendo as ruas de Verin, desde a Casa do Concello até à Praça Maior e, daqui, até se fixarem na fachada principal da Igreja de Nossa Senhora das Mercês (Igreja da Merced) para saudarem, com o som das suas «chocas» os fiéis paroquianos que assistiam à missa dominical.

 

Tivemos pena não termos almoçado em Verin, terra farta e com boas iguarias. Mas outros valores e compromissos mais altos exigiram a nossa partida para Chaves.

 

Apesar do dia ter acordado ameaçando chuva, a tarde foi-se compondo, com o sol a brilhar.

 

Nas tardes solarengas de inverno, é hábito dos flavienses, pegando nas suas viaturas, «peregrinarem» ao longo da EN nº 2. O destino costuma ser Vidago, ou para tomar um café, ou para o lanche. Outros aventuram-se uma pouco mais adiante.

 

Ontem à tarde, também não fomos exceção a este velho hábito.

 

Ao acaso, fomos indo pela EN nº 2. E parámos em Vidago. Fomos matar saudades ao Largo do Olmo onde, antigamente, alguns dos nossos velhos amigos, naquelas proximidades, por ali paravam. Sabendo que, muito naturalmente, não iriamos encontrar com quem gostaríamos de estar, mesmo assim, fizemos ali uma pequena paragem.

 

Desta nossa paragem deixamos aqui ao leitor uma casa de «pergaminhos» de Vidago.

AZS_1207.jpg

Seguindo um pouco mais à frente, demos uma volta à povoação de Oura. Este símbolo «dourado» é uma marca que, gente habituada a frequentar casas de turismo de habitação, conhece.

AZS_1212.jpg

A nossa paragem foi em Vila Pouca de Aguiar. O seu centro foi o nosso alvo. Terra asseada e limpa, com belos edifícios e esculturas de «encher os olhos».

AZS_1236.jpg

Contudo, se encontrámos uma Vila Pouca de Aguiar moderna e renovada, uma interrogação ficou-nos no ar: onde estão as suas gentes?

 

De Vila Pouca, num domingo à tarde, só vimos circulação automóvel, pouca, particularmente de um ou outro taxi.

 

É esta a sina do nosso interior transmontano!...


publicado por andanhos às 15:33
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