Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Gallaecia - O Douro dos meus encantos: Caminhada pelas terras de afeto de JACorreia

 
 
 

CAMINHADA

 

Pelas terras de afeto de João de Araújo Correia

 

25. Agosto.2013

 
 

“«Ora, a lavoura velha, mal cuidada e administrada a troixe-moixe» apenas lhes dá «que diabo», para irem vivendo. Muitas vezes da venda das propriedades aos ingleses.

Substancialmente por falta de abertura, psicológica e geográfica e inteligência para os estudos (que não de dinheiro), hoje o Douro está entregue a excessivo capital estrangeiro. Já não vinga a velha cepa familiar que personalizava a fabricação do néctar, hoje entregue ao socialismo cooperativo que dá uma única e impessoal resultante de uma soma aritmética de ancestrais cerimoniais vinícolas, e castas, e calços, e tonéis, e lagares – onde noutros tempos se sublimava o amor e a arte de lavradores mimosos”

 

Altino Moreira Cardoso, O Homem do Douro nos contos de João de Araújo Correia

 

 

(Capa do livro de Altino Moreira Cardoso - "O Homem do Douro nos Contos de João de Araújo Correia)
 

1.- Breves considerações à volta do médico e escritor António de Araújo Correia

 

O médico João de Araújo Correia foi pessoa cujo nome não me era estranho na minha meninice quando, infante, vivia em Oliveira e, depois, em Godim.

 

Lembro-me de minha irmã mais nova referir, quando saia de casa depois das aulas, ir brincar com uma das suas netas, filha do Camilo, apenas…

 

A obra literária deste grande João Semana só a conheci muito mais tarde.

 

E nela pude identificar – e ainda mais, amar – o Douro, suas paisagens e retratos de pessoas que, na minha infância, lá pelos anos cinquenta do século passado, muitas delas tão bem conhecia.

 

Ao ler, principalmente os seus contos, outra coisa não experimento senão uma nova epifania, num regresso às minhas origens, revivendo, fundamentalmente, a vida daquelas pessoas que ele tão bem descreve e, com muitas delas, com as quais, observando-as, partilhava e participava, intimamente, das suas dores, lutas, aflições, tormentos e agruras.

 

Na esteira de José Régio, «a originalidade de João de Araújo Correia não consiste em imitar extravagâncias alheias; nem sequer inventar coisas originais. Em João de Araújo Correia é justíssimo honrar a independência dum excelente escritor que segue o seu caminho – a sua originalidade – num género em que a nossa literatura é notável, e que ele contribui para dignificar».

 

Por outro lado, Óscar Lopes, no início da sua primeira obra «Sem Método – Notas Sertanejas», diz que João de Araújo Correia é um dos nossos melhores contistas que “assimila à mais correntia e elegante prosa a fala oral dos seus aldeões, e se torna capaz, como poucos, de organizar a narrativa de modo a dispensar a mínima nota judicativa extrínseca à ação, convertendo muitas vezes o próprio narrador rural da primeira pessoa em personagem bem caraterizada e que se mexe à nossa vista. O mundo social, admiravelmente notado, dos seus livros abrange a aristocracia dominante dos fins da Monarquia, brasileiros, doutores, burgueses alcandorados, padres aburguesados, caseiros, almocreves e outros tipos populares. A sua temática dominante é a luta pela terra, a caça ao lucro pelo logro, a sujeição das mulheres à tutela masculina, o culto dos figurões locais, a ritualização doméstica dos objetos hereditários». Tudo temas tão próprios e caraterísticos do «ser português», em particular do «homem transmontano”.

 

Pena que a sua projeção como escritor não tenha sido maior do que aquela que tem e lhe foi dada!

Por isso, muito admiro, no seu «Sem Método – Notas Sertanejas» – o que verte no ponto XIV e que, aqui, não resisto a transcrever:

 

“Vieira da Costa fêz hoje anos. Disse-mo em segredo uma das vizinhas que olham por êle, que lhe fazem o comer e lho levam à casinha escura, onde vive só. Que o senhor Vieirinha estimava que ninguém soubesse dos seus anos. Porquê? Receou que os seus admiradores e admiradoras o importunassem com uma homenagem? Que a infância das escolas locais, com mestres e mestras, juncasse de flores o traço da sua porta? Que a direcção da Casa do Douro o fosse cumprimentar? Que os lavradores mandassem os seus paquetes, com burros carregados, pôr como um ovo a dispensa do escritor regionalista? Por mim não descubro a razão de semelhante recato num romancista, cujos romances ninguém lê, homem de letras tão desprezado, que está a apodrecer num catre, entrevadinho do reumatismo deformante, quasí cego, completamente mouco e cada vez mais tartamudo.

 

A causa deste abandono sei qual é. Portugal, terra de doutores, não lê. Se Portugal lesse, moraria o Vieira da Costa em casa limpa e soalheira, com uma legião de criados invejável por qualquer rei da aguardente ou do lixo. Assim, vive o autor do Entre Montanhas, da Irmã Celeste e da Família Maldonado duma pensãozinha camarária, simpático óbulo mensal que tanto dignifica os edis da nossa terra. Graças a êste benefício, não morreu ainda de fome o escritor”.

 

Será que o panorama aqui descrito por João Araújo de Oliveira se modificou muito?

 

Creio que não!

 

É certo que hoje em dia vivemos numa época bem diferente daquele que João Araújo Correia viveu. A torto e a direito vemos gente «exibindo» talentos literários que mal sonhávamos que os tivessem! E com que sucesso de vendas!... Mas… será efetivamente talento ou, pelo contrário, toda uma parafernália publicitária, que os meios de comunicação social, propriedade de poderosas multinacionais do lucro, põem ao serviço de «colunáveis», alcandorados por aquelas empresas e que outra preocupação não têm que maximizar apenas o seus proventos, «borrifando-se» para a verdadeira descoberta do talento e do verdadeiro artista, com a conivência cúmplice dos ditos e oficiais pseudo críticos literários e da arte?

 

No último post afirmava que deixaria as terras da Gallaecia – hoje terras de fronteira – mais a norte, e que, descendo para sul, começaria as minhas caminhadas pelas terras que foram o berço, a «matriz» da nossa portugalidade.

 

Pois hoje aqui estamos no terreno primevo daquele que inicialmente foi o Condado Portucalense para, depois, se transformar em Portugal, o país que hoje somos.

 

E, com esta caminhada, homenagear um grande homem das letras portuguesas, meu conterrâneo, como disse, às vezes tão injustamente esquecido – o nosso querido João de Araújo Correia.

 
Designei esta caminhada como «Por terras dos afetos de João de Araújo Correia». E a razão é simples. Porque a mesma é feita, essencialmente, em terras que o viram nascer e onde repousa para todo o sempre (Canelas) e onde casou (Poiares), sendo certo que a cidade do Peso da Régua foi aquela em que mais tempo viveu. Por isso, também aqui se faz uma pequena referência à casa onde viveu e teve consultório, na Rua Maximiliano Lemos, também um outro ilustre e insigne médico e historiador (e tão pouco falado) da história da medicina, ao cimo da Régua, quem vai para o Peso, em Medreiros,
 
 

e à Imprensa do Douro, onde João de Araújo Correia, durante muitos anos, colaborou, essencialmente, como colunista.

 

 

 

Por razões operacionais, isto é, para não sobrecarregar muito a logística da caminhada, optámos – eu e os meus companheiros, Fábio e Neca – com quem partilho o meu hábito de andarilho, por começarmos e acabarmos em Covelinhas.

 

Tratou-se de uma caminhada, de certa forma, arriscada, em função das nossas idades, dado o desnível do traçado.

 

Felizmente que, com calma – e madrugando por causa do sol -, conseguimos levar a nossa «empreitada» a bom porto.

 

Porque sabíamos que, ao longo deste traçado, existiam umas ruínas de uma «villa»/castellum romana no lugar do Alto da Fonte do Milho, ao descer de Canelas para Covelinhas, não deixámos de fazer um ligeiro desvio e ir visitá-las. Sempre pensei que estivessem em muito melhor estado! Infelizmente, assim não acontece… Para umas ruínas «descobertas» nos anos 40 d0 século passado, classificadas como Monumento Nacional, era para estarem noutro estado de estudo e conservação/restauração. Afinal de contas, elas atestam a presença dos romanos (e não só) nesta zona, sendo habitadas provavelmente desde o I século d.C até ao século IX/V d. C, ou seja, até ao fim do Império Romano. E, eventualmente, estavam na rota da via romana que, desde as Beiras, iam até Aquae Flaviae. Representam, acima de tudo, a importância que, já naquela altura, a cultura da vinha e do azeite tinham não só para o império como para esta região.

 

Pensei – ingenuamente – que iria ali encontrar os célebres azulejos policromados, idênticos aos que se encontraram em Conimbriga e noutras «villas» romanas descobertas em Portugal…

 

Mas, nem aqui, nem pela pesquisa que fiz, soube (ou sei) onde esses azulejos param!

 

Enfim, trabalho e investigação à portuguesa!...

 

2.- Mapa da caminhada

 

 

 

3.- Descrição sucinta do percurso

 

Passemos agora à descrição sucinta do percurso.

 

Como disse, por questões operacionais, e porque também, porque não dizê-lo, queríamos conhecer toda aquela encosta de Covelinhas até Galafura, começamos a caminhada nas imediações da Igreja Matriz de Covelinhas, mesmo junto a umas toscas e singelas alminhas.

 

 

 

E começamos muito cedinho, ainda o sol não tinha nascido.

 

A subida até Galafura é íngreme, dura. Evitámos o percurso mais a pique, pelo caminho, embrenhando-nos, aos ziguezagues pelo vinhedo.

 

Mas com paisagens espetaculares sobre os vinhedos!

 

 

(Paisagem nº 1)

 

 

(Paisagem nº 2)

  

Chegados a Galafura, com os «bofes» a saírem-nos pela boca, fizemos uma ligeiríssima pausa junto ao adro da igreja.

 

O sol, ao nascer, começou a incidir fortemente sobre a igreja e edifícios à sua volta. Prometia um dia de verdadeira canícula.

 

Mas não havia tempo a perder. Não queríamos fazer o percurso da caminhada debaixo de um sol que prometia ser abrasador.

 

Daqui que fomos apressadamente trepando desde Galafura até Vila Seca de Poiares, passando pelo Lugar da Estrada.

 

 

 

 

Antes de chegarmos a Vila Seca de Poiares mais uma bonita paisagem com a Serra do Marão ao fundo.

 

 

 

Pisámos muito asfalto até Vila Seca de Poiares. E aproveitamos aqui para, entrando num café, bebermos água e tomarmos um café.

 

Chamou-me a atenção um pequeno azulejo numa das paredes do estabelecimento. Rezava assim os seus dizeres:

 

Freguês educado

Não cospe do chão

Não pede fiado

Não diz palavrão”.

 

Assim fosse em todos os estabelecimentos das nossas terras!

 

À saída de Vila Seca de Poiares, Fábio e Neca pararam para contemplar a fachada de uma casa típica rural duriense.

 

Há que ter em conta esta arquitetura específica, regional, preservando-a. E não só as fachadas dos edifícios ditos «nobres» daquilo a que agora se chama as «Aldeias Vinhateiras» e seus respetivos arruamentos…

 

 

 

A mesma observação aqui deixamos quanto ao centro urbano de Poiares.

 

 

 

Poiares é uma povoação dinâmica. Com certeza a iniciativa do arcebispo de Braga, D. Manuel Vieira de Matos, com a instalação do Colégio Salesiano, obra de D. Bosco, que chegou a Poiares a 19 de Janeiro de 1924, não deve ser estranha e este dinamismo.

 

Diga-se ainda que foi, graças a este prelado, aqui nascido, que a diocese de Vila Real foi criada.

 

João de Araújo Correia casou em 8 de Outubro de 1922 com Maria da Luz de Matos Silva, sua conterrânea, natural desta aldeia de Poiares.

 

 

 

Em direção a Canelas mais uma bonita paisagem, tendo como pano de fundo a Serra do Marão e a sua emblemática Fraga da Ermida.

 

 

 

Ao chegarmos ao largo dos vinhedos de Canelas, vislumbra-se a torre sineira da sua Igreja Matriz.

 

 

 

Deixamos aqui dois trechos (de entre muitos outros, porventura mais valiosos) desta histórica e pergamiada localidade que, nos alvores da nacionalidade, foi doada, por D. Sancho I, à Sé de Lamego e, em 1225, foi coutada por D. Sancho II.

 

 

(Trecho nº 1)

 

Por aqui se diz que, nestas pequenas paragens, o teatro português aqui nasceu.

 

Verdade histórica, lenda, ou invenções dos seus habitantes?

 

Certo é que aqui decorrem as «Jornadas Medievais do Douro» nas quais a população residente dá vida a um quadro histórico que evoca a passagem, em 1193, do Rei D. Sancho I por Canelas. A Carta de Doação, com referência ao arremedilho feito pelos jograis, é a primeira alusão ao teatro em Portugal, fazendo de Canelas, conforme sítio da internet da freguesia e do município da Régua, o seu berço nacional.

Caso o leitor queira aprofundar este tema, e poder aquilatar deste evento, pode consultar o seguinte sítio da internet – http://www.youtube.com/watch?v=ad1Pyn9RQij.

 

(Trecho nº 2)

 

É, assim, aqui nesta localidade, que João de Araújo Correia tem duas moradas:

  • a do seio materno para a terra, aquela onde nasceu;

 

 

  

  • a da terra para a eternidade, aquela onde seus restos mortais, em 1 de Janeiro de 1985, ficaram aqui sepultados para todo o sempre, precisamente no mesmo dia em que nasceu – 1 de Janeiro de 1899.

 

 

À saída de Canelas, mais um trecho dos seus vinhedos, salpicados entre floresta, hortas e olival.

 

 

 

Virando para a direita, damo-nos conta da Casa e Quinta do Covelo, da família do General Silveira, que aqui nasceu.

 

 

 

E, antes de nos aproximarmos da «villa»/castellum romana do Alto da Fonte do Milho, mais duas magníficas paisagens: uma, de puro vinhedo;

 

 

 

outra, um emaranhado de cerros e mamelões cobertos de vinha e floresta.

 

 

 

Até que, finalmente, eis-nos chegados à tão desejada «villa». Contudo, como se pode ver, sem qualquer perímetro de proteção, dado tratar-se de um monumento Nacional: os vinhedos chegam até às proximidades das suas ruínas, sem obedecerem, minimamente, ao que a lei, para estes casos, estipula. Enfim…

 

Foi Russel Cortez que, nos anos 40 do século passado, descobriu estas ruínas.

 

Sabemos do interesse do nosso canelense João de Araújo Correia por este achado. Contudo, volvidos mais de setenta anos, muito pouco se fez por este achado, pondo para usufruto dos cidadãos, para melhor conhecerem a sua história, e como uma mais-valia na valorização patrimonial e turística do território duriense…

 

Mas também quando a mentalidade reinante, como a de uma habitante de Canelas, vai no sentido do escarninho e puro desprezo por aquele sítio, praguejando contra o dinheiro (pelos vistos, pouco) que ali se gasta para cortar silvas, quando o dinheiro seria bem mais empregue a matar a fome a muita gente, o que se pode esperar, assim, de um povo?...

 

Procurei informar-me sobre este local. Não foi uma pesquisa muito profunda, diga-se em abono da verdade. Deixo aqui, contudo, o título de um artigo um pouco esclarecedor para aqueles que queiram saber um pouco mais sobre este local. Seu autor é Carlos A. Brochado de Almeida e o seu título é: «A Villa do Castellum da Fonte do milhoUma antepassada das actuais quintas do Douro», que poderão encontrar em pdf na internet.

Como já referi, nem uma pequeníssima amostra dos célebres azulejos policromados ali encontrados! Nem, tão pouco, onde «param o pote»… Alguém é capaz de informar?

 

Os que da Freguesia, Câmara, Governo da República, Universidade (UTAD, principalmente) têm feito para trazer a lume a história desta região com base nos vestígios que, aqui e ali, vão aparecendo?

 

Questão provavelmente sem resposta ou, o que é ainda pior, do mesmo jaez da habitante que connosco falou, desabafando daquele jeito…

 

Ficamos, desta feita, aqui, com um panorama parcial da vila,

 

 

 

(Panorama parcial da «Villa»)

 

dois trechos daquelas ruínas

 

 

(Trecho de ruina nº 1)

 

 

(Trecho de ruina nº 2)

 

e um panorama espetacular que, daqui, se vislumbra sobre Covelinhas.

 

 

 

Saídos destas ruínas, há que descer e, depois, voltar a subir antes de, em declive acentuado, e aos ziguezagues, nos dirigirmos para Covelinhas.

 

Eis mais duas panorâmicas do último «alto» da nossa caminhada com vistas, uma, sobre Folgosa do Douro, em frente a Covelinhas

 

 

 

e outra, dos vinhedos enquanto iamos descendo.

 

 

 

E, durante este ziguezaguear até Covelinhas, três vistas para contemplação dos nossos (as) leitores (as): a casa da Quinta dos Frades;

 

 

 

mais um patamar de vinhedos visto à sombra de um pinheiro e,

 

 

 

finalmente, a estação de Caminhos de Ferro de Covelinhas.

 

 

Foram 33 Km bem medidos e bem suados. Contudo, valeu a pena!

 

Porque mais um pedaço do nosso querido Douro foi por nós calcorreado, todo ele cheio de encantos.

 

Quanto mais percorremos estas terras mais elas nos surpreendem e, consequentemente, mais nos predispõe a amá-las.

 

Quem dera que estas terras vibrassem não só pelas suas belezas naturais, que o homem, ao longo de gerações, com muito sacrifício, luta, vida miserável, suor e lágrimas, criou!

 

Mas também pela alegria, orgulho e gosto de partilhar este querido torrão por parte das suas gentes, em especial da sua juventude e daqueles que partiram, regressando, arregaçam mangas para um novo desenvolvimento, uma outra construção.

 

Quanto da nossa história, tradição e cultura se está exaurindo!

 

E que memória (s) estamos preservando, recuperando?

 

O Douro, o nosso querido Douro, precisa, urgentemente, de muitas mulheres e homens como João de Araújo Correia! Que, com verdadeiro amor à terra, ao seu terrunho, tenham o engenho e a arte de o (re) inventar para as gerações futuras.

 

Para que, de outra forma, sem a fome e a escravidão de outrora, possamos dizer que esta terra é mesmo nossa! E podermos contar uma outra gesta heroica por estas montanhas e cerros donde sai o mais precioso néctar do mundo: o vinho fino; o vinho generoso do nosso Douro Encantado, parte integrante do Reino Maravilhoso que o nosso querido e genial Torga tão bem soube cantar!

 

Deixo agora, para visionamento do(a) leitor(a), um singelo diaporama desta caminhada.

 

[Nota:- Para ouvir o diaporama, aconselha-se a tirar o som ao rádio, no canto superior esquerdo do blogue].

 

 

 


publicado por andanhos às 22:02
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